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title: Sescoop | Sistema OCB
description: Sescoop, entidade que fortalece o cooperativismo no Brasil com educação, desenvolvimento, apoio às cooperativas e promoção dos valores cooperativistas.
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 Nosso negócio é pensar, hoje, no futuro do cooperativismo. Há 20 anos, o S do cooperativismo está comprometido com a autogestão e a difusão da cultura cooperativista, acompanhando de perto as coops brasileiras para oferecer soluções para a sustentabilidade dos negócios. Estamos presentes em todos os cantos do país, com um apoio especializado para as cooperativas. A cada empreendimento, uma realidade e uma estratégia diferentes, sempre baseadas em um processo desenvolvido por quem mais entende de cooperativismo no Brasil.

Conheça um pouco mais do nosso trabalho e o que o Sescoop pode fazer pelo seu negócio:



















O mapa integra as estratégias das entidades do Sistema OCB, destacando temas ligados à natureza de cada atuação e abordagens transversais. Essa estrutura promove a atuação complementar das entidades, respeitando suas especificidades e fomentando a integração.













Você sabia que o Sescoop desenvolveu uma metodologia exclusiva que é utilizada em todas as nossas Organizações Estaduais? Ela consiste em um ciclo de atuação que vai desenvolver a viabilidade econômica e social, ampliando a competitividade da sua cooperativa!

















O Sescoop contribui para a autogestão da sua cooperativa, garantindo maior competitividade e, principalmente, o atendimento aos interesses dos cooperados. E não importa aonde você queira chegar, o desenvolvimento humano está no centro do trabalho realizado pelo Sescoop. Conheça nossas três áreas de atuação e como elas se complementam para garantir o sucesso da sua cooperativa:

















![icone monitoramento](https://www.somoscooperativismo.coop.br/components/com_sppagebuilder/assets/images/lazyloading-placeholder.svg)









Nós realizamos um diagnóstico completo e o acompanhamento da identidade, da governança, da gestão e do desempenho da sua coop para subsidiar o planejamento das ações que irão garantir o desenvolvimento sustentável da cooperativa.













![icone formacao profissional](https://www.somoscooperativismo.coop.br/components/com_sppagebuilder/assets/images/lazyloading-placeholder.svg)









Nós criamos um conjunto de atividades com o intuito de desenvolver conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias à qualificação profissional e ao desenvolvimento humano.













![icone promocao social](https://www.somoscooperativismo.coop.br/components/com_sppagebuilder/assets/images/lazyloading-placeholder.svg)









Com foco na educação e na promoção da cultura da cooperação, o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, nós realizamos um conjunto integrado de ações que não só contribuem para o desenvolvimento sustentável das cooperativas, mas também o de suas comunidades.

















Quer fazer parte dessa transformação cooperativista? Aqui você pode se cadastrar para atuar na instrução de programas do Sescoop Nacional. Cadastre-se e mantenha as informações atualizadas!

















Apoio via convênios pelo Sescoop Nacional, trata-se de acordo ou ajuste que discipline ações de interesse recíproco e que tenham como partícipes, de um lado, o Sescoop.Deseja enviar projeto para apoio do Sescoop Nacional via Convênio?













Edital de Credenciamento de Pessoas Jurídicas prestadoras de serviços de consultoria e instrutoria que queiram ser fornecedoras do Sescop Nacional.

















O Sistema OCB só existe por sua causa! Cada cooperado brasileiro contribui para o sucesso da instituição e é corresponsável por nossas conquistas. Se você quer entender melhor o seu papel nessa história, saiba como funciona a contribuição para o Sescoop.

















**Benefícios:**  
Garantir o fortalecimento do seu quadro funcional, por meio dos cursos de capacitação e qualificação profissional oferecidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) — entidade que tem por missão “promover a cultura do cooperativismo e o aperfeiçoamento da gestão para o desenvolvimento das cooperativas brasileiras.”

**Como funciona?**  
A contribuição é mensal, porém a obrigatoriedade é apenas para as cooperativas que tenham empregados.

**Para onde vai esse dinheiro?**  
A arrecadação do Sescoop é distribuída da seguinte maneira, conforme regimento interno da instituição: 2% para a OCB; 15% para o Sescoop Nacional; 9% para o Fundo Solidário de Desenvolvimento Cooperativo (Fundecoop); e 74% para as unidades estaduais do Sescoop.





















- [ Conselho Nacional ](#sppb-tab-mxKg0m0BlAdmbCHrRkWlj0)
- [ Conselho Fiscal ](#sppb-tab-mxKg0m0BlAdmbCHrRkWlj1)
- [ Presidência executiva ](#sppb-tab-mxKg0m0BlAdmbCHrRkWlj2)
- [ Equipe Gerencial ](#sppb-tab-mxKg0m0BlAdmbCHrRkWlj3)

José Roberto Ricken **Representante da OCB Região Sul**

Ronaldo Scucato **Representante da OCB Região Sudeste**Remy Gorga Neto **Representante da OCB Região Centro-Oeste**

Ernandes Raiol da Silva **Representante da OCB Região Norte/Nordeste**

Luiz Felipe Lima de Menezes **Representante do Ministério da Previdência Social**

Maria Luiza Fonseca do Valle **Representante do Ministério do Trabalho e Emprego**

Cleber Oliveira Soares **Representante do Ministério da Agricultura**

José Lopez Feijóo **Representante do Ministério do planejamento**

Antonio Carlos Vasconcellos Nóbrega **Representante do Ministério da Fazenda**

Joberson Fernando Lima Silva **Representante da FENATRACOOP**















Mário de Conto **Representante da OCB Região Sul**

Vinícius de Oliveira Mesquita **Representante da OCB Região Sudeste**

Jubrair Gomes Caiado Júnior **Representante da OCB Região Centro-Oeste**

João Teles de Melo Filho **Representante da OCB Região Norte/Nordeste**

Raimundo José da Silva **Representante do Ministério do Trabalho e Emprego**

Erika Cristina Ferraz dos Santos **Representante do Ministério da Agricultura**

Heiguiberto Guiba Della Bella Navarro **Representante do Ministério do planejamento**

Milana Araujo Fontes Teles **Representante do Ministério da Previdência Social**

Raphael Miguel da Silva **Representante da FENATRACOOP**























José Merched Chaar **Representante da OCB**

Frederico Azevedo e Silva **Representante da OCB**

Louise Caroline Lima e Silva **Representante do Ministério da Previdência Social**

\- **Representante do Ministério da Fazenda**

Otto Cavalcante Medina **Representante do Ministério da Agricultura**

Anderson Castro de Souza **Representante da FENATRACOOP**















Neivo Luiz Panho **Representante da OCB**

Cleonice Pereira Pedrosa **Representante da OCB**

Luciano Garcia Lourencao **Representante do Ministério da Previdência Social**

Julia Tavares Borges **Representante do Ministério da Agricultura**

Nivair de Castro de Souza **Representante da FENATRACOOP**























Fabíola da Silva Nader Motta





















Débora Márcia Bruno Ingrisano **Gerente de Desenvolvimento de Cooperativas**

Guilherme Souza Costa **Gerente do Núcleo de Inteligência e Inovação**

Samara Caroline de Araujo **Gerente de Comunicação e Marketing**

Sanller Bosco Lopes Nonato **Assessor de Auditoria**

Fernanda Zampietro Belisário **Gerente de Logística e Eventos**

Carina Cristiane Batista Melo **Gerente de Pessoas**















Ricardo Florencio Miranda **Gerente de Tecnologia da Informação**

Leila Suely Chacon Doria **Gerente de Compras**

Susan Miyashita Vilela **Gerente de Controles Internos**

Carolina de Lara Medina Boaventura **Assessora Jurídica**

Vládia Alves Silva Pereira **Gerente de Operações**











































[ ![Sistema OCB recebe homenagem por compromisso com sustentabilidade](https://www.somoscooperativismo.coop.br/images/dji_20260817161940_0194_d_b86442a6fb62c6e3.webp)](https://www.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-recebe-homenagem-por-compromisso-com-sustentabilidade)

 18/08/2026

 [### Sistema OCB recebe homenagem por compromisso com sustentabilidade

 ](https://www.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-recebe-homenagem-por-compromisso-com-sustentabilidade) Reconhecimento destaca atuação na logística reversa de embalagens de defensivos agrícolas O compromisso das cooperativas com a sustentabilidade no campo foi reconhecido nesta segunda-feira (17), durante a solenidade oficial do Dia Nacional do Campo Limpo, em Brasília. O Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV) homenageou o Sistema OCB pela atuação da entidade e das cooperativas brasileiras no fortalecimento das práticas de responsabilidade ambiental no meio rural. O presidente do Conselho de Administração, Márcio Lopes de Freitas, recebeu a homenagem em nome da instituição. Ao agradecer o reconhecimento, ele destacou a dimensão do cooperativismo agropecuário e a relação direta das cooperativas com os produtores, que permite levar orientação e boas práticas para dentro das propriedades. “Recebemos essa homenagem com muita alegria e, principalmente, como um reconhecimento ao trabalho que milhares de cooperativas e produtores fazem todos os dias. O cooperativismo está presente em toda a cadeia agropecuária e tem uma responsabilidade enorme na construção de uma produção cada vez mais sustentável”, afirmou. De acordo com o AnuárioCoop 2026, as cooperativas agropecuárias respondem por 53% da produção nacional de grãos e por 25% da capacidade de armazenagem do país. O ramo reúne 1.254 cooperativas, que somam R$ 487,3 bilhões em ingressos e 277,2 mil empregos diretos. Para Márcio, essa presença amplia a capacidade do cooperativismo de contribuir para iniciativas que envolvem educação ambiental, orientação técnica e responsabilidade compartilhada entre os diferentes elos da cadeia produtiva. “A cooperativa está muito próxima do produtor, desde o planejamento da safra até a comercialização. Por isso, também tem um papel importante na orientação, na educação e na construção de uma cultura de responsabilidade ambiental. Sustentabilidade não é tarefa de um único elo: ela depende da participação de toda a cadeia”, acrescentou. Parceria Gerido pelo inpEV, o Sistema Campo Limpo é o programa brasileiro de logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas. Em funcionamento desde 2002, o sistema reúne fabricantes, distribuidores, cooperativas agricultores, poder público e outros agentes da cadeia em um modelo de responsabilidade compartilhada. As cooperativas participam desse processo como canais de distribuição, com apoio e orientação aos produtores sobre a devolução das embalagens e, em alguns casos, na operação das unidades de recebimento. Atualmente, mais de 240 associações de revendas e cooperativas integram a rede, que conta com 424 unidades de recebimento em todo o país. O sistema já destinou corretamente mais de 900 mil toneladas de embalagens desde sua criação. Somente em 2025, foram 75.996 toneladas, o maior volume anual registrado, com crescimento de 11%. Segundo o inpEV, 100% das embalagens devolvidas recebem destinação ambientalmente adequada. Desse total, 92% são recicladas e transformadas em 38 artefatos homologados. O presidente Márcio também ressaltou a importância da parceria entre as instituições para ampliar a conscientização no campo. “O Sistema Campo Limpo é uma referência e mostra o que é possível fazer quando indústria, produtores, cooperativas e poder público trabalham juntos. Nosso compromisso é continuar fortalecendo essa parceria e ajudando a levar informação e educação ambiental para quem está na ponta”, complementou. Dia Nacional do Campo Limpo A solenidade em Brasília marcou a 22ª edição do Dia Nacional do Campo Limpo, celebrado oficialmente em 18 de agosto e integrado ao Calendário Nacional por meio da Lei Federal 11.657/2008. A programação nacional também contou com o lançamento do tour virtual Devolução de Embalagens Vazias de Defensivos Agrícolas, desenvolvido no âmbito do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o inpEV e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), vigente desde 2024. A iniciativa amplia as possibilidades de acesso a informações sobre o processo de devolução e destinação das embalagens. Saiba Mais: Sistema OCB e DLG aproximam agendas de inovação e tecnologia no agro Márcio Lopes de Freitas recebe livro sobre o futuro dos conselhos Brasil e Tailândia ampliam diálogo sobre agricultura e cooperativismo



 

 

[ ![Semana de Competitividade abre nova etapa para a CulturaCoop](https://www.somoscooperativismo.coop.br/images/55461933085_b301e5a033_k_e342f5689c26dc98.webp)](https://www.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/semana-de-competitividade-abre-nova-etapa-para-a-culturacoop)

 18/08/2026

####  [ Semana de Competitividade abre nova etapa para a CulturaCoop ](https://www.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/semana-de-competitividade-abre-nova-etapa-para-a-culturacoop) 

 Evento consolida aprendizados e mobiliza cooperativas para transformar reflexões em ações Três dias de debates, experiências e encontros colocaram a cultura cooperativista no palco principal da Semana de Competitividade 2026. De 11 a 13 de agosto, cerca de 800 cooperativistas de todos os estados brasileiros participaram do evento que aconteceu em Brasília. Com o tema Cultivando a Cultura Cooperativista, a programação percorreu diferentes dimensões do movimento. Teve espaço para discutir educação, governança, comunicação, juventude, legado e sucessão, mas também para olhar para aquilo que já foi construído pelo cooperativismo e pensar como esse legado pode ajudar a orientar os próximos passos. A Semana também foi marcada por lançamentos. O documentário Pioneiros do Cooperativismo Brasileiro resgatou histórias de lideranças que ajudaram a construir o movimento em diferentes regiões e ramos do país. A publicação do livro Raízes e Fundamentos do Cooperativismo ampliou esse registro ao reunir conteúdos sobre a trajetória, os princípios e as bases que sustentam o modelo. No segundo dia, os debates ganharam uma abordagem mais prática com quatro labs e salas temáticas nas trilhas de Governança Cooperativa, Educação Cooperativista, Comunicação e Experiência, e Legado e Sucessão. Os participantes foram convidados a discutir desafios presentes nas cooperativas e construir soluções relacionadas ao engajamento de jovens, novas formas de aprendizagem, comunicação com cooperados e preservação da memória institucional. Para Júlia Miranda, analista de Desenvolvimento Humano do Sistema OCB/ES, a programação ajudou a mostrar que a cultura cooperativista precisa estar presente no cotidiano das organizações. “É algo que precisa ser trabalhado, principalmente com os dirigentes. É muito importante que eles estejam presentes porque são essenciais para a implementação da cultura cooperativista.” Por que falar de cultura? A escolha do tema que guiou a Semana foi resultado de um processo que começou antes do evento. Durante o 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC), o Sistema OCB recebeu 1,9 mil sugestões para orientar as diretrizes do movimento entre 2025 e 2030. A palavra ‘cultura’ apareceu mais de 400 vezes nas contribuições. O assunto também já havia chamado atenção na Pesquisa Nacional do Cooperativismo, realizada em 2023. O levantamento mostrou que a cultura cooperativista estava entre as preocupações de dirigentes, cooperados e empregados. A presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, explica que os resultados ajudaram a tirar o tema da discussão e colocá-lo como uma frente estratégica de atuação. “Quando realizamos aquela pesquisa em 2023, percebemos o quanto a cultura cooperativista veio como uma preocupação dos dirigentes, dos cooperados e dos empregados. Isso nos fez colocar esse tema no congresso. A partir de então, começamos a construir o que entregamos em parte na semana”, afirmou. Para o presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a discussão passa por uma questão central: crescer sem deixar que o negócio se distancie da identidade cooperativista. “A Semana de Competitividade mostrou que falar de cultura é mais que apenas olhar para o passado. É entender de onde viemos para fazer escolhas melhores sobre o futuro. Saímos com reflexões, experiências e, principalmente, com o compromisso de levar esse debate para dentro das cooperativas”, declarou. Um retrato da cultura cooperativista A discussão ganhou ainda mais força com o diagnóstico nacional sobre a cultura cooperativista apresentado pela superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta, durante o evento. A pesquisa ouviu 9.761 pessoas em todo o país, incluindo cooperados, empregados, dirigentes e conselheiros. Na etapa qualitativa, foram realizadas 46 entrevistas em profundidade, em 37 cooperativas de 26 estados e do Distrito Federal. Os resultados mostram uma relação de confiança entre cooperados e cooperativas, mas também apontam desafios de participação e conhecimento. Três em cada dez cooperados citaram alguma barreira relacionada à informação ou ao conhecimento, índice que chega a 43% entre os cooperados do ramo Crédito. Ao mesmo tempo, Educação, Formação e Informação foi o princípio mais citado como prioridade: 58% dos cooperados fizeram essa escolha, percentual que chegou a 71% entre empregados, 57% entre dirigentes e 62% entre jovens de 18 a 34 anos. “Quem conhece, gosta. A barreira é a comunicação e o caminho é a educação cooperativista”, resumiu Fabíola. Memória para construir o futuro A relação entre passado e futuro apareceu de diferentes formas durante os três dias. O documentário e o livro lançados na Semana fizeram parte desse movimento de preservação, enquanto o lab Legado e Sucessão levou os participantes a pensarem em como transformar documentos, relatos, fotografias e histórias em patrimônio acessível às próximas gerações. Para Lílian Carvalho, analista de governança da Unimed Porto Velho, conhecer essa trajetória também fortalece o sentimento de pertencimento. “Quando o cooperado entende que aquela história também é sua, a relação com a cooperativa se fortalece e se reflete na forma como ele participa e contribui para o futuro da organização”, defendeu. A gerente geral de Negócios do Sistema OCB, Clara Maffia, também destacou os princípios e valores como o elo que conecta diferentes momentos da história cooperativista. “Tem uma linha que conecta as cooperativas e suas histórias, que são os nossos princípios e valores. É esse olhar do cooperativismo para colocar o cooperado no centro, para desenvolver um negócio que tenha viabilidade, sustentabilidade e garanta prosperidade para o cooperado, para a comunidade e para o país inteiro.” Educação e novas gerações Se preservar o legado é importante, garantir sua continuidade também exige formar quem dará sequência ao movimento. Por isso, educação e juventude apareceram entre os temas centrais da programação. Os participantes discutiram formas de tornar as experiências de aprendizagem mais conectadas à realidade dos cooperados e estratégias para aproximar os jovens das cooperativas. A ideia foi ir além da criação de espaços específicos para a juventude e pensar em oportunidades reais de participação e desenvolvimento. Para Clara, esse é um dos caminhos para manter a cultura cooperativista viva. “Não podemos deixar de lembrar aquilo que nos trouxe até aqui enquanto legado e pensar o que vamos fazer agora, em termos de educação cooperativista, para garantir a permanência dessa cultura”, acrescentou. Crescer sem perder a identidade Ao longo da Semana, a discussão sobre cultura também encontrou outro desafio: como acompanhar as transformações do mercado sem abrir mão daquilo que diferencia o cooperativismo. Na avaliação de Tania Zanella, inovação, profissionalização e crescimento precisam caminhar juntos com a identidade do movimento. “As respostas aos desafios do século 21 estão no cooperativismo. A pessoa no centro, a pauta ESG, a economia colaborativa e compartilhada, tudo isso a gente encontra no cooperativismo. Esse é o nosso diferencial e é isso que precisamos explorar”, completou. A proposta agora é levar as discussões para dentro das cooperativas e manter a troca entre os participantes por meio da Comunidade CulturaCoop, rede anunciada durante o evento. Para Tania, esse é o início de uma nova etapa. “O nosso trabalho começa agora”, concluiu. Saiba Mais: Trilha de governança aponta caminhos para cooperativas mais perenes Semana de Competitividade é encerrada com chamado à ação Labs estimulam soluções para fortalecer a cultura cooperativista

 

 

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[ ![Ativações conectam cultura, aprendizado e cooperação ](https://www.somoscooperativismo.coop.br/images/55458180371_542e058d26_k_fccb7e73cf581b77.webp)](https://www.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/ativacoes-conectam-cultura-aprendizado-e-cooperacao)

 18/08/2026

####  [ Ativações conectam cultura, aprendizado e cooperação ](https://www.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/ativacoes-conectam-cultura-aprendizado-e-cooperacao) 

 Experiências gamificadas aproximaram participantes dos princípios, soluções e iniciativas do Sistema OCB Conhecer, experimentar, compartilhar e levar novos aprendizados para as cooperativas. Durante a Semana de Competitividade 2026, realizada de 11 a 13 de agosto, em Brasília, os participantes encontraram, para além das palestras, trilhas e laboratórios, uma série de ativações que transformaram os intervalos da programação em oportunidades para vivenciar, na prática, o tema Cultivando a Cultura Cooperativista. A experiência gamificada convidou os participantes a percorrer diferentes espaços do evento e acumular selos em uma pulseira. Cada parada oferecia uma forma diferente de desbravar o cooperativismo, as soluções oferecidas pelo Sistema OCB e as possibilidades de levar novos conhecimentos para as cooperativas. Quanto maior a participação, maior a pontuação disponível para a troca por brindes, que tinham valores diferentes. A proposta deu continuidade à estratégia adotada na edição anterior da Semana de Competitividade, quando a gamificação também estimulou os participantes a conhecerem iniciativas do Sistema OCB de forma leve e interativa. Em 2026, o circuito ganhou conexão direta com o tema central do evento, ao criar oportunidades para refletir sobre identidade, pertencimento, educação e princípios cooperativistas. Para Cleide de Fatima, gestora administrativa da Coagril, de Minas Gerais, a diversidade das experiências ajudou a ampliar a experiência proporcionada pelo evento. “Durante esses três dias, tivemos a oportunidade de vivenciar o cooperativismo de diversas formas. Além de todo o conteúdo, pudemos conhecer empresas que trabalham com produtos cooperativistas, participar das atividades e fazer a carteirinha de cooperativista”, contou. Conexão digital A jornada pelas ativações começava já na retirada dos kits. Os participantes eram convidados a mostrar que acompanhavam os perfis @sistemaocb e @somoscoop no Instagram, uma forma de estimular a conexão com os canais que reúnem conteúdo, iniciativas e novidades do movimento cooperativista. As redes sociais também serviram como porta de entrada para o MarketCoop, shopping virtual que reúne produtos de cooperativas de diferentes regiões do país. Em uma das ativações, o desafio era seguir o perfil @marketcoopbr no Instagram. Em outra, o participante experimentava a jornada oferecida pelo marketplace ao realizar uma compra simbólica do próprio selo, sem qualquer valor envolvido. Outro espaço colocou os próprios participantes no centro da experiência. No Coop de Carteirinha, cada pessoa podia tirar uma foto e receber, na hora, o documento personalizado com seus dados e a indicação de desde quando faz parte do cooperativismo. A lembrança materializou de forma descontraída uma das mensagens presentes em toda a programação: o orgulho de pertencer ao movimento. Soluções para as coops Na Parede de Soluções, a proposta foi apresentar ferramentas que o Sistema OCB disponibiliza para apoiar as cooperativas em diferentes dimensões de sua atuação. A jornada passou pelo AnuárioCoop, AvaliaCoop, CapacitaCoop, CulturaCoop, GestãoCoop, NegóciosCoop, ESGCoop, InovaCoop, RepresentaCoop e SomosCoop, permitindo que os participantes conhecessem recursos que podem contribuir para desafios concretos de suas organizações. No estande do SomosCoop, os participantes tiraram fotos com o carimbo SomosCoop e postaram em suas redes sociais. Ao mesmo tempo, conheceram melhor sua função na identificação de produtos e serviços de cooperativas. A experiência reforçou a importância de levar essa discussão para as bases e mostrar à sociedade o diferencial dos produtos e serviços oferecidos pelo cooperativismo. Cultura vivenciada A identidade cooperativista ganhou uma representação visual no Túnel CulturaCoop. Logo na entrada, a mensagem CulturaCoop: conectando passado e presente para cultivar o futuro antecipava a proposta do espaço. A experiência conduzia os participantes por uma sequência de estruturas que remetiam à conexão entre memória, cultura, legado e futuro. Mensagens distribuídas ao longo do percurso, como A memória compartilhada fortalece a cultura e transmite o legado, ajudavam a traduzir visualmente o tema central da Semana de Competitividade. O túnel funcionou, assim, como uma passagem simbólica entre aquilo que o cooperativismo construiu ao longo de sua história e o que pretende cultivar para as próximas gerações. Na Praça dos Princípios, os sete princípios cooperativistas ganharam cabines próprias, identificadas por cores diferentes. A dinâmica convidava cada participante a escolher um deles e gravar um vídeo com uma reflexão espontânea sobre sua importância e sobre como aquele princípio se manifesta no cotidiano da cooperativa. Depois, era só publicar o vídeo nos stories do Instagram e marcar o perfil do Sistema OCB. Aprender jogando Uma das ativações apresentou aos participantes a solução Jogar + Aprender, iniciativa gratuita do Sistema OCB que reúne jogos, guias metodológicos, trilhas de aprendizagem, recursos pedagógicos e conteúdo para apoiar o ensino do cooperativismo entre crianças e jovens. O espaço mostrou, na prática, como história, memória, cultura e princípios cooperativistas podem ser trabalhados de maneira lúdica, interativa e multissensorial. Para conquistar o selo, bastava concluir uma das três experiências disponíveis. A proposta reforçou uma das mensagens presentes ao longo da Semana: cultivar a cultura cooperativista também passa pela forma como seus valores são transmitidos às novas gerações. Conhecimento que continua A CapacitaCoop também ganhou uma experiência própria. Os participantes foram convidados a participar de um jogo de paciência e, em seguida, conhecer a trilha de aprendizagem História, Memória e Cultura Cooperativista. Para conquistar o selo, era preciso realizar a inscrição na formação por meio de um QR Code disponibilizado no espaço. Para Wesley Faustino Martins Lopes, presidente da Corema, do Pará, a ativação dialogou diretamente com um dos desafios centrais do cooperativismo: preparar novas gerações para assumir o protagonismo do movimento. “É até difícil escolher entre todos os espaços, porque todos foram muito interessantes, mas o CapacitaCoop chamou muito a minha atenção. Precisamos estar preparados e capacitados para fortalecer o cooperativismo com essa nova geração que está chegando”, afirmou. Segundo ele, formação, legado e sucessão caminham juntos. “Essa é a nossa missão: fortalecer a cultura cooperativista e, para isso, é necessário resgatar o que construímos no passado e capacitar os jovens para que possam dar continuidade a esse trabalho. É assim que conseguimos deixar um legado e preparar a sucessão dentro das cooperativas”, acrescentou. Experiência sensorial Entre as ativações que despertaram maior envolvimento esteve a Sala Sensorial, concebida para promover reflexões sobre inclusão, equidade e diversidade. Em um ambiente dinâmico e educativo, estímulos visuais e auditivos conduziram os participantes por situações voltadas à valorização das diferenças e à importância de criar espaços nos quais diferentes vozes sejam ouvidas e reconhecidas. A experiência foi uma das que mais chamaram a atenção de Cleide. “Foi uma experiência muito diferente e que vale a pena manter como surpresa para quem ainda vai vivenciá-la”, afirmou. A sala também marcou a participação de Vinícius Monte, coordenador pedagógico, professor e integrante do Conselho de Administração da Coopeduque, cooperativa de educadores de Santa Isabel do Pará. Para ele, as reflexões propostas pelo espaço podem repercutir diretamente nas cooperativas ao estimular ambientes mais inclusivos e ampliar oportunidades. “Trazer isso para a cooperativa faz com que outras pessoas possam saber que elas também podem estar nesses espaços”, avaliou. Cases que inspiram Além do circuito de ativações, a Semana de Competitividade contou com o EstúdioCoop, espaço dedicado ao registro e compartilhamento de experiências bem-sucedidas relacionadas à cultura cooperativista. Foram gravados 20 cases de sucesso, com iniciativas relacionadas a temas como educação, governança e sucessão. Os conteúdos serão disponibilizados no site do Sistema OCB para inspirar outras cooperativas, compartilhar práticas e ampliar o alcance das experiências desenvolvidas pelo movimento. Saiba Mais: Semana de Competitividade é encerrada com chamado à ação Encontro de gerações abre caminhos para renovação Labs estimulam soluções para fortalecer a cultura cooperativista

 

 

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[ ![Jornal Valor Econômico destaca força e diversidade do cooperativismo ](https://www.somoscooperativismo.coop.br/images/screenshot_154_b96145c9158aed84.webp)](https://www.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/jornal-valor-economico-destaca-forca-e-diversidade-do-cooperativismo)

 18/08/2026

####  [ Jornal Valor Econômico destaca força e diversidade do cooperativismo ](https://www.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/jornal-valor-economico-destaca-forca-e-diversidade-do-cooperativismo) 

 Edição especial reúne reportagens sobre o impacto econômico e social do movimento no Brasil O cooperativismo ganhou espaço de destaque na edição desta terça-feira (18) do jornal Valor Econômico, a maior e mais respeitada publicação de negócios e economia do País. O veículo publicou um caderno especial dedicado ao movimento, com reportagens que apresentam diferentes faces do modelo de negócios: da força econômica e da geração de empregos aos desafios enfrentados no campo, passando por crédito, saúde, tecnologia, sustentabilidade, bioeconomia e novas oportunidades de negócios. A publicação representa um reconhecimento importante da dimensão que o cooperativismo alcançou no Brasil. O especial, que conta com 10 matérias, mostra como o modelo está inserido no cotidiano de milhões de brasileiros e contribui para movimentar economias locais, gerar renda e ampliar o acesso a serviços. Na reportagem de abertura, Força coletiva - Cooperativas avançam e movimentam bilhões pelo país, o Valor parte dos dados do AnuárioCoop 2026 para dimensionar esse cenário. Em 2025, as cooperativas vinculadas ao Sistema OCB reuniram 29 milhões de cooperados, movimentaram R$ 848,4 bilhões em ingressos e empregaram mais de 613 mil pessoas. O jornal também destaca a presença das cooperativas em 3.425 municípios brasileiros e o crescimento de 12,5% no número de cooperados em relação ao ano anterior. “O cooperativismo já faz parte da vida de milhões de brasileiros, muitas vezes de uma forma que nem sempre é percebida. Quando uma cooperativa gera renda, cria empregos, amplia o acesso ao crédito, fortalece um produtor ou leva um serviço a uma comunidade, ela está ajudando a transformar aquela realidade. Esse reconhecimento do Valor mostra que o cooperativismo precisa estar cada vez mais presente nas discussões sobre o futuro da economia brasileira”, destaca a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella. A edição também mostra que esse futuro passa por crescimento e competitividade. Na reportagem Busca por escala e competitividade deve acelerar as fusões e aquisições, o jornal aborda o movimento de consolidação do setor e as estratégias adotadas pelas cooperativas para ganhar escala, investir em tecnologia e ampliar sua atuação. A agenda ESG aparece em outra frente do caderno. A reportagem Avanço da agenda ESG exige equidade e gestão de metas discute como as cooperativas estão incorporando questões ambientais, sociais e de governança às estratégias de negócio. O tema aparece associado à necessidade de transformar compromissos em metas, indicadores e práticas capazes de gerar resultados concretos. Do campo à inovação O agro ocupa espaço relevante no especial. A reportagem Juro ainda aperta margens e limita projetos estruturantes aborda os efeitos do crédito mais caro sobre produtores e cooperativas, além das dificuldades provocadas pelo endividamento. O tema ganha ainda mais peso diante da participação das cooperativas agropecuárias na produção e na economia brasileira. O cenário vivido pelos produtores do Rio Grande do Sul também é retratado em uma reportagem específica sobre as dificuldades de acesso a linhas emergenciais de crédito. Já o conteúdo sobre o El Niño mostra a atuação das entidades na orientação e preparação dos produtores diante dos efeitos climáticos. Em outra frente, o Valor apresenta a experiência das cooperativas chinesas e destaca como tecnologia, dados, capacitação e organização coletiva podem ampliar a renda e a autonomia dos produtores. A abordagem ajuda a colocar o cooperativismo brasileiro em uma perspectiva internacional e mostra que os desafios de escala, inovação e competitividade fazem parte da agenda do movimento em diferentes países. O crédito cooperativo é outro conteúdo relevante. A reportagem Carteira de crédito nas cooperativas supera ritmo dos bancos mostra a expansão do segmento, que alcançou mais de R$ 1 trilhão em ativos em 2025. O especial também aborda a possibilidade de avanço das cooperativas no mercado de seguros, ampliando o debate sobre novos ramos e oportunidades de atuação. A inovação aparece em diferentes páginas. O uso de inteligência artificial pelas cooperativas é apresentado como ferramenta para melhorar processos e apoiar a gestão em setores que vão do agro ao financeiro. O jornal também trata das cooptechs e das possibilidades de combinar tecnologia, empreendedorismo e gestão coletiva. No campo da conectividade, a intercooperação surge como caminho para ampliar o acesso das cooperativas ao mercado de telecomunicações. É mais uma indicação de que o modelo pode acompanhar transformações tecnológicas sem abrir mão de sua característica essencial: a construção coletiva. Diferentes realidades A saúde também integra o caderno, com uma reportagem sobre a transformação do setor e a expansão das cooperativas. O conteúdo mostra a capacidade do modelo de combinar atendimento, gestão e presença territorial, inclusive em municípios onde a oferta de serviços é mais limitada. Na outra ponta dessa diversidade está a bioeconomia amazônica. O levantamento apresentado pelo Valor revela dificuldades estruturais enfrentadas por cooperativas e associações da região pan-amazônica, mas também evidencia o potencial de atividades baseadas na sociobiodiversidade. A falta de infraestrutura, financiamento, capacitação e acesso a mercados aparece como um dos principais obstáculos para transformar esse potencial em desenvolvimento. A reciclagem fecha o especial com um olhar para quem está na base de uma importante cadeia da economia circular. A reportagem sobre catadores mostra os desafios de remuneração e reconhecimento desses trabalhadores e coloca em discussão a necessidade de valorizar o serviço ambiental prestado por quem atua na coleta e na separação dos resíduos. Para Tania, a amplitude dos temas tratados pelo jornal é justamente uma das mensagens mais importantes da publicação. “O cooperativismo não cabe em uma única história. Ele está no campo, nas cidades, no crédito, na saúde, na energia, na reciclagem, na tecnologia e em tantas outras atividades. Ver essa diversidade retratada por um veículo como o Valor Econômico é também reconhecer que estamos falando de um modelo econômico com capacidade de gerar desenvolvimento e, ao mesmo tempo, colocar as pessoas no centro das decisões”, finalizou. O especial também contou com a participação de diferentes porta-vozes do Sistema OCB, que contribuíram para ampliar a visão sobre o cooperativismo e seus impactos no país. Fabíola Nader Motta, superintendente do Sistema OCB; Clara Maffia, gerente geral de Negócios; João José Prieto, gerente Técnico e Econômico; Rodolfo Jordão, coordenador do Ramo Agro; Hugo Andrade, coordenador de ramos; e Thayná Cortês, analista, compartilharam análises e informações que ajudaram a contextualizar os diferentes temas abordados pelo caderno. Saiba Mais: Sistema OCB e DLG aproximam agendas de inovação e tecnologia no agro Sistema OCB recebe homenagem por compromisso com sustentabilidade Brasil e Tailândia ampliam diálogo sobre agricultura e cooperativismo

 

 

 

 

 

 

 



















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