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Notícias saber cooperar

Programa Aprendiz Cooperativo oferece vagas para São Paulo

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Ainda existem vagas para a turma com aulas iniciando na próxima semana do programa Aprendiz Cooperativo oferecido pela unidade estadual de São Paulo do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/SP).

O programa foi criado para o cumprimento da Lei do Aprendiz (10.097/00) e do Decreto nº 5.598/05, que estabelecem cota obrigatória para a contratação de jovens por cooperativas de médio e grande porte.

Será a primeira turma com capacitação sob medida para as necessidades das cooperativas, com conteúdos e atividades próprios ao universo cooperativista. Mais informações no Núcleo de Aprendizagem Profissional do Sescoop/SP, pelos telefones 11 3146-6215 e 3146-6261. 

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Programa Aprendiz Cooperativo oferece vagas em São Paulo

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Ainda existem vagas para a turma que inicia aula na próxima semada do programa Aprendiz Cooperativo, da unidade estadual de São Paulo do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/SP). 

O programa foi criado para o cumprimento da Lei do Aprendiz (10.097/00) e do Decreto nº 5.598/05, que estabelecem cota obrigatória para a contratação de jovens por cooperativas de médio e grande porte.

Será  a primeira turma com capacitação sob medida para as necessidades das cooperativas, com conteúdos e atividades próprios ao universo cooperativista. Cooperativas da capital interessadas em participar podem entrar em contato com o Núcleo de Aprendizagem Profissional do Sescoop/SP, pelo telefone 11 3146-6215 ou 6261.

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Coordenador do Cecoop participa de programa no Canal Rural

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O coordenador do Centro de Estratégia do Cooperativismo Paulista (Cecoop) da Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp), Renato Nobile, concedeu entrevista ao vivo ao programa Bom Dia Campo, do Canal Rural, nesta terça-feira (20/5). Nobile explicou os motivos que levaram as exportações das cooperativas paulistas caírem 47% neste primeiro trimestre.

Segundo ele, a queda foi motivada especialmente pelos estoques altos de açúcar no mercado externo. Como o açúcar é o principal produto da pauta das exportações paulistas, este efeito é sentido imediatamente. Para contrapor este movimento, Nobile falou sobre as ações de estímulo às exportações desenvolvidas pela Ocesp e pela unidade estadual de São Paulo do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/SP). Entre elas está o workshop CoopEx, realizado com o objetivo de incentivar a participação das cooperativas na feira de internacional de negócios ICA Expo, que acontece de 23 a 25 de outubro, em Lisboa, Portugal.

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Sescoop/RS ministra aula sobre cooperativismo para jovens da Sulgás

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Uma turma formada por 18 alunos da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás), que fazem do Projeto Pescar, visitou o Sistema Ocergs-Sescoop/RS, na semana passada. Os alunos assistiram a uma aula sobre cooperativismo ministrada pelo técnico do Sescoop/RS, Paulo Vianna. Eles foram recebidos pelo presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, que explicou a importância de fazer parte de uma cooperativa. “As cooperativas não têm um dono, todos participam. O cooperativismo é uma alternativa para que pessoas se entendam, confiem umas nas outras e se ajudem”, afirmou.
O grupo conheceu os conceitos básicos de associativismo e cooperativismo, além dos procedimentos necessários para a criação de uma cooperativa. Para a orientadora da unidade Sulgás do Projeto Pescar, Sheila Caroline Saviczki, o cooperativismo se enquadra na realidade dos jovens. "Nós inserimos a disciplina para apresentar a eles mais uma opção, como a criação de uma cooperativa de Trabalho”, ressaltou.
Projeto Pescar -  É um programa social que funciona em forma de franquias, por meio da Fundação Projeto Pescar, criada em 1995. A Fundação é uma instituição sem fins lucrativos que tem como atividade principal sensibilizar e envolver organizações no resgate da cidadania e na preparação de adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Os participantes da unidade Sulgás têm de 16 a 19 anos e assistem às aulas todas as manhãs. Além de serem capacitados no curso Iniciação Profissional na área do Gás Natural, os alunos recebem lanche, uniforme, seguro de vida e cesta básica. As aulas são ministradas por voluntários internos e externos – funcionários e empresas parceiras. O curso iniciou em março e termina em dezembro.
 

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Cooperativistas buscam orientações sobre contribuições, impostos e legislação

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Cerca de 30 profissionais do setor cooperativista de Chapecó e da região oeste catarinense participaram, na semana passada, de curso que orientou sobre contribuições, impostos e alterações na legislação. A atividade foi promovida pela unidade estadual de Santa Catarina do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/SC), vinculado à Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), no Hotel Itatiaia, em Chapecó.

 

Atuou como ministrante o contador, administrador e professor da Unisinos, instrutor Dorly Dickel que, através de exposições práticas e teóricas, demonstrou aos participantes as regras básicas de preenchimento da DIPJ (software – Imposto de Renda Pessoa Jurídica), juros sobre o capital social, compensação de prejuízos fiscais, compensação de tributos e contribuições e variações monetárias cambiais.

 

Dorly apresentou uma retrospectiva da legislação (IRPJ, CSLL), contribuição ao ISS, ao PIS e COFINS, créditos recuperáveis: compensáveis e restituíveis, contabilização, controles e obrigações acessórias, contribuição social sobre o lucro, imposto de renda na fonte, imposto de renda pessoa jurídica, etc.

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Cooperativistas de SC buscam orientações sobre contribuições, impostos e legislação

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Cerca de 30 profissionais do setor cooperativista de Chapecó (SC) e da região oeste catarinense participaram, nesta semana, de curso que orientou sobre contribuições, impostos e alterações na legislação. A atividade foi promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/SC), vinculado à Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), no Hotel Itatiaia, em Chapecó.

Atuou como ministrante o contador, administrador e professor da Unisinos, instrutor Dorly Dickel que apresentou as regras básicas de preenchimento da DIPJ (software – Imposto de Renda Pessoa Jurídica), juros sobre o capital social, compensação de prejuízos fiscais, compensação de tributos e contribuições e variações monetárias cambiais.

Dorly apresentou uma retrospectiva da legislação (IRPJ, CSLL), contribuição ao ISS, ao PIS e Cofins, créditos recuperáveis: compensáveis e restituíveis, contabilização, controles e obrigações acessórias, contribuição social sobre o lucro e imposto de renda na fonte, imposto de renda pessoa jurídica. (Fonte: Ocesc)

 

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Uma flor para cada tipo de mãe

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Ela vai dizer que "não quer nada", mas não acredite. Na dúvida, chegue pelo menos com flores no dia das Mães. Pode ser um buquê, um arranjo ou um simples vasinho. Mas, assim como as flores, as mães também não são iguais. Você sabe qual flor combina mais com a sua?  Confira as dicas da Cooperativa Veiling Holambra (CVH), especializada em venda de flores para o varejo, que integra o Sistema Ocesp/Sescoop-SP (Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo e Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo em São Paulo). 

Begônia - Símbolo da felicidade, esta flor é uma ótima opção para mães sorridentes e de bem com a vida.
Bromélia - Inspiração, excentricidade e resistência diante dos contratempos da vida, é a flor indicada para mães que dão tudo de si aos filhos.
Crisântemo - Mães elegantes, que gostam de beleza, organização e requinte, vão adorar esta flor que simboliza justiça e nobreza de caráter.
Gérbera - Flor que sugere alegria, energia, inocência e amor nobre, para mães sensíveis e dedicadas.
Girassol - Robusto e vigoroso, os girassóis refletem o caráter de uma mãe altiva, íntegra e alegre.
Kalanchoe (Flor da Fortuna, Amor do Papai) - Pequeninas e sempre em quantidade, estas florzinhas inspiram delicadeza e graça. Ideal para mães minimalistas que gostam de enfeitar a casa.
Lírio - Esta flor está associada à pureza e dignidade. É indicada para mães firmes, práticas, que mantém a coerência entre o que falam e as atitudes que tomam.
Orquídea - De exuberante beleza, é ideal para mães de bom gosto, que primam pela independência e pelo conforto de sua família.
Rosa - O símbolo do prazer de viver é ideal para mães generosas, que gostam de fazer os que a cercam felizes e apreciam elogios.
Violeta - A delicadeza está associada a esta flor. Mães discretas, que estão sempre dispostas a ajudar sem querer nada em troca, são as que mais vão gostar deste mimo.
Dica: Quanto tempo duram as flores? As flores cortadas e montadas em arranjos duram, em média, sete dias; as plantadas, em média, 14 dias (Fonte: Ocesp com informações do Portal Estadão.com)
 
 

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Sescoop/SP convida cooperativas para integrar o Mosaico Teatral

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Na manhã de hoje (8/05), a unidade estadual de São Paulo do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/SP) promove um café da manhã com cooperativas de Araçatuba para apresentar o Projeto Mosaico Teatral 2008. (Fonte: SP Cooperativo)

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Sescoop/SC atualiza os setores de contabilidade das cooperativas

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Alertar sobre a elaboração de demonstrações financeiras e a obrigatoriedade de auditoria independente foi o propósito do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), órgão vinculado à Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), no “Seminário sobre alterações da Lei 11.638/07” realizado no Hotel Itatiaia, em Chapecó (SC), nesta semana.

Cerca de 30 profissionais do setor de contabilidade de cooperativas da região oeste catarinense participaram da capacitação ministrada pelo contador e administrador, Dorly Dickel. O seminário apresentou a nova estrutura do ativo permanente e do patrimônio líquido; estrutura da demonstração do fluxo de caixa e do valor adicionado; novos critérios de avaliação de ativos e passivos, tratamento da reserva de reavaliação; definição das sociedades de grande porte; obrigatoriedade de auditoria externa e publicação das demonstrações contábeis e vigência das novas regras. (Ocesc)

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Educação, questão de sobrevivência

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A educação cooperativa é a ferramenta adequada para transformar o Brasil em um País cooperativista. A educação e a capacitação são instrumentos de conhecimentos básicos para qualquer instituição, mas nas cooperativas é uma questão de sobrevivência. Sem esses investimentos, as cooperativas são discriminadas e marginalizadas pelo poder do capital e pelo processo social dominante que é a concorrência e o conflito. Quando se investe em educação estamos dando passos para a mudança comportamental do cooperado, com o intuito de transformar o perfil do associado desinformado, desestimulado, desinteressado, não participativo, individualista, competitivo, para o perfil de associado bem informado, solidário, motivado, participativo, ousado e empreendedor. Educar para a solidariedade e a ajuda mutua, tende a ser tarefa precípua das cooperativas. Por isso a importância de dirigentes de cooperativas serem sensíveis a realidade, investirem na educação dos seus associados e funcionários. É com esses instrumentos que se obtém o sucesso do empreendimento e um eficiente relacionamento entre cooperativa e o cooperado.

A pratica da ajuda, vivenciada na família, exerce grande influência no processo de aprendizagem. A soma dos atos, experiências e trabalhos em conjunto promovem o crescimento moral e intelectual, dando sentido de unidade. Bons exemplos são as melhores estratégias de educação. Idéias, atitudes, formas de pensar, de ser e de agir influem diretamente no comportamento, podendo ser somadas, ou até multiplicadas durante a interação com outras pessoas que fazem parte de seu ambiente familiar, social e cultural. A educação participativa oportuniza novos caminhos e novas formas de convivência. Desenvolve a igualdade e a liberdade no direito de pensar, ouvir, questionar, analisar, aprovar, avaliar e decidir. Com o trabalho cooperativo as pessoas passam a descobrir seu potencial e desenvolvem valores e atitudes de respeito que contribuem para melhorar a qualidade de vida. A partir do momento em que a pessoa descobre o cooperativismo, vai perceber que não está sozinha e que tanto suas ações, quanto seus pensamentos, vão estar em contato com as ações e pensamentos de outras pessoas e que, juntas partilharão do mesmo sucesso como verdadeiros empreendedores.

A educação é a base para explorar as potencialidades e habilidades do individuo e fazer com que o ser humano pense, reflita, discuta e aja conscientemente dentro de uma analise critica em toda e qualquer decisão.

Os processos educativos do cooperativismo são os meios pelos quais ocorre a transmissão das idéias, dos valores, dos princípios e das ações próprias do cooperativismo. Por isso há estreitos vínculos entre cooperativismo e educação.

A educação cooperativa é um dos pilares do cooperativismo, desde os Pioneiros de Rochdale. A educação cooperativa sempre esteve em destaque e foi reafirmada nos três congressos do Sistema Cooperativo Brasileiro que trataram especificamente dos princípios do cooperativismo. Ela é a mola mestra, o pré-requisito para que a cooperativa cumpra com todas as suas funções sociais. Porém, se na teoria se exalta à importância da educação, na pratica pouco se faz a favor da mesma. A educação está sendo menosprezada nas cooperativas. O que se encontra são alguns casos isolados de cooperativas que se ocupam com o tema, mas que pouco ou nada se refletem no todo do movimento. Diz Laidlaw: ‘ Enquanto a empresa comercial progride e avança na cibernética, a educação cooperativista continua na idade da pedra (1980,57). Com isso, as novas gerações perdem a oportunidade de familiarizar-se com a identidade cooperativista. Com a criação do SESCOOP - Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo, foi fortalecida as Organizações das Cooperativas Estaduais, para um maior investimento em termos de um trabalho sistemático, doutrinariamente adequado, e em condições de dar respostas às demandas de educação e capacitação do Sistema cooperativo dos mais diversos ramos.

*Superintendente da OCEB - Sindicato e Organização da Cooperativas do Estado da Bahia e do SESCOOP - Ser"

A Morte do Direito

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Recentemente, o Jornal O Globo veiculou matéria sobre suposta lesão de direitos dos trabalhadores, perpetrada por meio de cooperativas de trabalho (reportagem publicada no Caderno de Economia, em 6 de fevereiro de 2006).

Não adentrando no mérito da referida matéria, cumpre observar a mesma sob enfoque do Direito, mais precisamente do Direito Constitucional.

A Constituição de 1988 garante ao cidadão o princípio da presunção de inocência. De forma superficial, esta condição decorre de outro elemento constitutivo do ordenamento jurídico, consubstanciado no princípio da boa-fé. O que isso significa? Significa que todo e qualquer cidadão, decorrente desta condição natural, não é culpado de nada até que se prove, por meio do Judiciário (trânsito em julgado de sentença), que tenha violado alguma norma de segurança jurídica.

Eis a gravidade da matéria veiculada pelo referido jornal. Quando, por exemplo, a notícia propaga que o Ministério Público do Trabalho criou uma força-tarefa para investigar algo, isto quer dizer que saudavelmente está exercendo seus poderes constitucionais, uma vez que é de sua prerrogativa investigar. Mas quando, no mesmo texto afirma, logo a seguir, que o Ministério Público do Trabalho está investigando “redes nacionais especializadas na intermediação de mão-de-obra...” e cita nomes de cooperativas que não tiveram seus processos julgados, então maculada está a investigação.

A pergunta que se faz é: que investigação é esta que já nasce com um resultado pré-estabelecido? Sim, porque é o próprio Ministério Público do Trabalho que conclui, mesmo sob uma investigação em andamento, que a fraude já está consumada. Como pode isso se sabemos todos que a fraude não se presume, uma vez que deve ser provada na Justiça? Se assim é, então a referida investigação perpetrada pelo Ministério Público do Trabalho é isenta de ânimo?

Se há uma investigação em curso, poderia o jornal veicular matéria em que o Ministério Público do Trabalho condena publicamente as próprias cooperativas e empresas que contratam as mesmas só por este fato? Como fica então a imagem das cooperativas de trabalho como um todo e das empresas que contrataram cooperativas de trabalho, valendo-se do princípio da presunção de inocência e da boa-fé?

Como se pode notar, a matéria do Jornal o Globo é extremamente danosa para o Cooperativismo em geral ao afirmar que todas as cooperativas exploram trabalhadores e sonegam encargos trabalhistas e tributos, sem exceção. Talvez não tenha se apercebido o jornalista que veiculou tal notícia, sem ouvir os dois lados da questão, da gravidade dos fatos e a mácula que gravou em todo o sistema cooperativista.

Se a intenção do Ministério Público do Trabalho foi a de prejulgar determinada situação, então pode se dizer que conseguiu. Mas para isto teve que “matar” os princípios constitucionais acima aduzidos. Este é o preço que pagou pelo espaço no jornal.

A virulência da referida matéria é tamanha que não se pode imaginar que procuradores do trabalho, cidadãos da mais alta estirpe, com inteligência acima da média, ignorem a Constituição Federal. Como isto é inimaginável, cumpre indagar: a referida matéria do Jornal o Globo, sob o ponto de vista jurídico, é fruto de uma “distração” dos seus autores? Se não é, então o que é?

Na verdade, cabe ao leitor atento observar não só o sentido da mensagem objetiva, mas principalmente, os aspectos da mensagem subliminar do texto (veiculação da presunção de fraude). Cumpre o mesmo, por meio de uma análise crítica, perceber que existe algo de errado com toda a notícia. Isto porque não se pode imaginar que tudo o que está escrito é um simples “escorregão” jurídico. Aliás, nada do que ali está escrito foi publicado sem sentido.

Mas o que importa é que a digitada maté"

O futuro do cooperativismo

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O cooperativismo vem se firmando como um dos principais segmentos da vida econômica e social do Brasil. Em Minas Gerais, um novo cenário se projeta ano após ano, mostrando que as cooperativas já fazem parte do ranking das maiores empresas do país: somos 810 cooperativas que respondem por 26 mil empregos diretos e contribuem com 7% para o PIB estadual, representando mais de R$ 10 bilhões. 

Essa posição de destaque foi comprovada na maior pesquisa realizada no estado, quando o EM divulgou, no último dia 13 de dezembro, edição especial contendo as 300 maiores empresas de Minas.  O estudo avaliou 26 setores da economia mineira, levando-se em conta a receita operacional bruta das empresas. O setor cooperativista mostrou sua competência quando foram mencionadas 36 cooperativas no ranking das maiores empresas mineiras, 12% do contexto global.  No ramo do agronegócio, a Cooperativa Central dos Produtores Rurais de Minas Gerais (Itambé) liderou o topo na lista, seguida pela Cooperativa Regional dos Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé). Na classificação geral, a Itambé ocupou a 23ª colocação, a Cooxupé ficou em 24º lugar e a Unimed-BH na posição número 34.


Os números citados, apesar de aparentemente animadores, não refletem nosso estado de espírito quanto aos rumos do cooperativismo mineiro e nacional. Se as cooperativas têm conseguido sobressair às dificuldades, o mérito está na capacidade de mobilização do setor, e não em função de políticas públicas. O presidente Lula já conhece de perto nossas demandas e está  consciente de que elas exigem urgência no atendimento. Veja por exemplo a Lei 5.764, uma norma defasada, inadequada para os tempos atuais. Mesmo assim, sua substituição por outra condizente com a nova realidade das cooperativas vem sendo sucessivamente postergada. 

Outra questão que não pode mais ser empurrada é a legislação para as cooperativas de trabalho. O ramo é importante para a geração de emprego, setor no qual o Brasil enfrenta muitas dificuldades, como todos sabem, porém as cooperativas sofrem restrições e, até mesmo, perseguição por falta de uma definição legal que as regulamente. Também urge uma definição quanto ao tratamento apropriado ao ato cooperativo.  

De outra parte, em que pese a grande contribuição do agronegócio para o país, setor no qual se concentram cooperativas de porte em nossa economia, a agricultura continua sendo relegada a segundo plano. Aqui, uma das grandes falhas, ao lado da falta de incentivos, diz respeito à infra-estrutura. Estradas em péssimo estado, projetos de ferrovias que não deslancham e a ausência de linhas de crédito adequadas à realidade do produtor são, entre outros, fatores que prejudicam a produção e dificultam o  escoamento da safra, onerando o consumidor e solapando os ganhos  do agricultor.

Lula, alçado a um novo mandato, volta a falar em apoio às cooperativas, desta vez em seu primeiro pronunciamento depois de eleito. De nossa parte, preferimos acreditar que suas palavras não serão mera reprise das promessas do primeiro mandato. Ainda que com certo e justificado ceticismo, mais uma vez, apostamos na esperança. Mas também não vamos aguardar de braços cruzados. O momento é de cobrar e trabalhar para que o setor não seja novamente alvo de acenos puramente demagógicos.

* Presidente do Sistema Ocemg/Sescoop-MG
(Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais  e Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Minas Gerais)

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Sescoop/SC promove seminário para contadores

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Acontecerá nesta sexta-feira (18/4), no Hotel Itatiaia, em Chapecó (SC), o “Seminário sobre alterações da Lei 11.638/07” voltado para contadores de cooperativas da região oeste catarinense. A atividade é promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), órgão vinculado à Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), que tem a preocupação de alertar sobre a elaboração de demonstrações financeiras e a obrigatoriedade de auditoria independente.

O coordenador da atividade será o contador e administrador, Dorly Dickel. O seminário também apresentará a nova estrutura do ativo permanente e do patrimônio líquido; estrutura da demonstração do fluxo de caixa e do valor adicionado; novos critérios de avaliação de ativos e passivos, tratamento da reserva de reavaliação; definição das sociedades de grande porte; obrigatoriedade de auditoria externa e publicação das demonstrações contábeis e vigência das novas regras. Inscrições podem ser feitas através do site www.ocesc.org.br e informações podem ser obtidas pelo telefone (48) 3224 8794. (Fonte: Ocesc)

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Unimed SP promove IV Prêmio de Jornalismo

"O objetivo do prêmio é valorizar, destacar a atuação da imprensa e estimular a divulgação de assuntos das áreas do cooperativismo de trabalho médico e de saúde. É uma forma de cumprir o papel social da cooperativa, contribuindo assim para difundir os conceitos e princípios do cooperativismo e melhor informar a população, orientar e conscientizar o público em geral. Clique aqui e faça a sua inscrição."

Coop lança cartilha educacional para público infantil

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Com este trabalho, a Coop assume uma posição de responsabilidade social colaborando para que as crianças e adolescentes recebam a educação para o consumo num ambiente real, ou seja, no próprio local onde essa troca de experiências possa ser vivenciada por todos os que compõem a relação de consumo: consumidores e fornecedores.
As cartilhas têm duas versões: infantil (pré-alfabetizados e em processo de alfabetização) e estudantes do Ensino Fundamental (de 7 a 12 anos). O tema cooperativismo está presente com relevância nos dois segmentos da cartilha, com as necessárias adaptações ao público a que se destina e nas publicações aparecem a Turma Coop Kids, formada por personagens, que mostram por meio de histórias a importância de preservar o meio ambiente, da cooperação mútua, solidariedade e consumo responsável e consciente. As cartilhas também trazem a origem do cooperativismo, dicas nutricionais e jogos interativos e educacionais. (Fonte: Ocesp)

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Sicoob SC organiza terceira viagem de estudos à Europa

"Na primeira viagem de estudos do Sicoob SC, em 2006, os dirigentes visitaram a Espanha, Itália e Alemanha. Na segunda, a visita incluiu Holanda, Bélgica, França e Portugal. Segundo o presidente do Sicoob Central SC, Rui Schneider da Silva, "essas viagens proporcionam uma extraordinária troca de experiência, possibilitando conhecer os diferentes modelos de cooperativismo de crédito e suas estratégias de crescimento".(Fonte: Sicoob Central/SC)."

Balanço Social do Cooperativismo Mineiro 2007

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As informações devem ser encaminhadas ao Sistema Ocemg/Sescoop-MG  Avenida do Contorno, 5005, Serra  BH. O formulário para o envio das informações e as instruções de preenchimento e o novo modelo Balanço Social para Cooperativas continuam disponíveis no site www.ocemg.gov.br. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (31) 3284-5883.
O Balanço Social do Cooperativismo Mineiro - um consolidado das principais ações sócio-econômicas desenvolvidas pelas cooperativas - é divulgado anualmente pelo Sistema Ocemg/Sescoop-MG que conta, portanto, com o apoio de todas as cooperativas registradas e adimplentes no que se refere ao envio do balanço das atividades realizadas no biênio 2006/2007. (Fonte: Ocemg)

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Coop cria núcleo para intensificar ações de responsabilidade social

"São inúmeros os projetos realizados no campo da responsabilidade social, voltados, por exemplo, para o meio ambiente, os jovens, seus cooperados. A Coop possui estações de coleta seletiva e todo o material arrecadado é encaminhado para cooperativas de reciclagem, favorecendo os seus trabalhadores. Isso acontece por meio de parceria com o Programa AGIR (iniciativa privada e Prefeitura Municipal de Mauá); Campanha Pintou Limpeza, da Rádio Eldorado, e Prefeitura Municipal de Santo André, através do Semasa – Serviço de Saneamento Ambiental. No ano passado, foram arrecadadas 898 toneladas de lixo seco. Esses pontos de coleta recebem ainda pilhas, baterias e lâmpadas fluorescentes usadas.

Para reforçar sua preocupação com a preservação do meio ambiente, a Coop também introduziu a rotulagem ambiental em toda sua linha de produtos de marca própria Coop Plus. Por meio desses rótulos, é possível conhecer se a embalagem é de alumínio, aço, plástico, vidro ou papel e, dessa forma, auxiliar o processo de separação do material. Além disso, com esse procedimento, as cooperativas de reciclagem também têm condições de receber o valor adequado de acordo com cada tipo de embalagem.

Banco de Alimentos - Em 2007, a Coop doou para os Bancos de Alimentos de Santo André e Diadema 78,965 toneladas de alimentos não-perecíveis. Desde 2001, já foram enviadas mais de 483 toneladas. Esse é outro trabalho realizado pela cooperativa. Todo o alimento doado mantém seus valores nutricionais inalterados, mas são descartados para a entrega aos cooperados em razão de algum comprometimento da embalagem durante o transporte para as unidades de distribuição (lojas).
Estudantes - No intuito de desenvolver conceitos de cooperativismo e contribuir para a formação do consumidor consciente do futuro, a Coop desenvolve também o projeto “A Escola vai à Coop”. Desde o lançamento desse projeto, em 2002, as suas unidades já receberam 183.100 alunos, envolvendo 1.823 escolas e 4.758 visitas.

Ações com cooperados: O Ciclo de Palestras gratuito é outro trabalho de grande peso social para a Coop. Realizado desde 1998, este programa além de informar e ensinar a comunidade sobre diversos assuntos ligados à saúde e bem-estar, também é uma forma de estreitar os laços com os cooperados. No ano passado, foram realizadas 914 palestras, com 1.824 horas e disponibilizadas 28.546 vagas. (Fonte: Ocesp)"

Jovens estudam cooperativismo na Expodireto Cotrijal

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Os primeiros visitantes, que estiveram no estande no primeiro dia da Expodireto (10/3), são alunos da 7ª e 8ª séries da Escola Municipal de Ensino Fundamental Carlos Gomes, de Não-Me-Toque (RS). Na terça-feira (11/03), o grupo era composto por jovens de 14 a 24 anos, participantes do Programa Jovem Aprendiz da Cotrijal Cooperativa Agropecuária e Industrial e do Sicredi. Nesta quarta-feira (12/3), foi a vez dos alunos de 7ª e 8ª séries do Colégio Sinodal 7 de Setembro, também de Não-Me-Toque, visitarem o Mundo Cooperativo Gaúcho.

Os jovens ouviram atentamente à palestra do assessor de formação cooperativista, Paulo Vianna Lopes, que falou sobre o funcionamento e procedimentos de criação das cooperativas, princípios do cooperativismo, sua história e os exemplos que traz para a sociedade. A professora Juliana Schneider, que conduziu as crianças na Feira, declarou: “Palestras como esta são muito importantes. No ano que vem e no próximo, estas crianças estarão no Ensino Médio e, a partir daí, a tendência é ir para o mercado de trabalho. Por isso, é fundamental que eles saibam como funcionam os diversos sistemas econômicos, e isso inclui o cooperativismo”.

Após a palestra, os alunos conversaram com o presidente da Languiri, Romeu Eckel. Ele falou sobre a cooperativa, apresentou os produtos e distribuiu iogurtes de diversos sabores, que foram consumidos e aprovados pelas crianças ainda no saguão do Mundo Cooperativo Gaúcho. (Fonte: Sistema Ocergs-Sescoop/RS)

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Ocemg promove palestra sobre cooperativismo

"As palestras, com duração de quatro horas, fazem referência ao histórico, aos princípios, à organização e ao funcionamento do cooperativismo, abordando também assuntos contábeis e jurídicos ligados ao setor.
A atividade é direcionada a pessoas interessadas em constituir cooperativas e não tem custo para os participantes. As inscrições podem ser feitas por telefone: (31) 3284-5868 ou via e-mail: Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo..
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