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6/5/2009 - BC intervém e segura a queda do dólar

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Fernando Nakagawa
Brasília

Um dia depois de o dólar cair ao menor valor desde novembro de 2008, o Banco Central (BC) surpreendeu analistas de mercado ao voltar a comprar a moeda americana ontem. Em um único leilão, comprou US$ 3,4 bilhões. Essa atuação expressiva revirou o mercado, que operava em queda, mudou de rumo e fechou em alta de 1,03%, a R$ 2,148. O BC não fazia esse tipo de operação desde setembro de 2008, mês do agravamento da crise.

A ação de ontem foi feita com o chamado swap cambial reverso, instrumento financeiro que equivale à compra de dólares no mercado futuro. Esse retorno às compras foi explicado pelo BC como uma decisão provocada por "alterações nas condições de fluxo prevalentes no mercado nas últimas semanas". De fato, indicadores sinalizam a volta dos dólares ao Brasil. Em abril, o comércio exterior, por exemplo, foi responsável pelo ingresso de US$ 3,71 bilhões.

Ao mesmo tempo, mais investidores têm trazido seus recursos para comprar ações e títulos de dívida no País. No mês passado, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) registrou entrada de mais de US$ 1,6 bilhão em aplicações de estrangeiros. O ingresso desses dólares eleva a oferta da moeda no Brasil e derruba as cotações. Esse cenário não lembra em nada a fuga de recursos causada pela crise no fim de 2008.

Além da entrada de dólares, também chama a atenção a forte alteração na posição dos investidores no câmbio futuro. Há alguns dias, prevalecia a estratégia de permanecer "comprado" na moeda, na crença de que a cotação do dólar deve subir.

Nos últimos dias, porém, o quadro tem mudado rapidamente, com prevalência da posição "vendida", o que indica a aposta na queda do preço da moeda estrangeira.

Em meio à reviravolta do mercado, a autoridade monetária reafirmou que a ação não cria um piso para as cotações. "O BC reafirma mais uma vez que não trabalha com piso, teto ou qualquer meta para a taxa de câmbio", informou a assessoria de imprensa. "O regime de câmbio no Brasil é flutuante."

O economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, avalia que a atuação mostra que o BC não está distante do mercado e a instituição está atenta à preocupação dos exportadores. "O BC parece ter se sensibilizado de que o câmbio precisa estar acima de R$ 2, numa faixa de R$ 2,15 a R$ 2,20, para garantir resultado adequado aos exportadores", diz o economista, que não descarta o retorno das compras de dólares no mercado à vista.

"Parece que o BC se surpreendeu com a velocidade de queda do dólar. Com essa ação, ele tenta suavizar o movimento", diz o economista-chefe do Banco Schahin, Silvio Campos Neto. Porém, ele discorda da criação de um nível para o dólar. "A experiência mostra que é muito difícil impor alguma cotação."

Colaborou Silvana Rocha

Enxurrada de dólares preocupa o governo
Governo se divide, porém, sobre como enfrentar o problema

Fabio Graner e Renata Veríssimo
Brasília

A intervenção do Banco Central ontem no mercado de câmbio foi analisada por setores da equipe econômica como um indicativo de que é procedente a tese de que o ritmo menor na queda das taxas de juros pode provocar uma desvalorização mais acentuada do dólar em relação ao real.

Esse avaliação não corresponde à interpretação do Banco Central. Para a diretoria do BC, a valorização do real não pode ser atribuída, apenas, ao nível da taxa de juros, mas principalmente há outros fatores.

Segundo o Banco Central, as razões principais para a maior entrada de dólares no País e a pressão sobre o mercado de câmbio são a menor aversão ao risco no mercado internacional e a alta recente dos preços das commodities exportadas pelo Brasil.

Disputa - As visões divergentes entre integrantes da equipe econômica e do Banco Central sobre a questão foram acentuadas depois da última reunião do Conselho de Política Monetária (Copom), no dia 11 de março.

Na ocasião, o Copom decidiu reduzir o ritmo da queda dos juros de 1,5 ponto percentual, cortados na reunião anterior, para 1 ponto percentual.

Integrantes da equipe econômica ficaram insatisfeitos e, nos bastidores, manifestaram preocupação com uma valorização do real que seria provocada pelo grande volume de operações do tipo "carry trade".

Nessas operações, os investidores captam recursos a juros baixos em mercados desenvolvidos e aplicam nos títulos brasileiros, que estão entre os de melhor rentabilidade no mundo.

Esse movimento seria favorecido"

Comissões do Congresso discutem a gripe Influenza A

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Hoje (5/5), o Senado Federal promoveu audiência na Comissão de Agricultura (CRA) para tratar da gripe Influenza A (H1N1).  Os expositores foram os especialistas em suinocultura Enori Barbieri, vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC) e Pedro Camargo Neto, presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs).

Eles falaram principalmente pelo Estado de Santa Catarina, líder no setor de suinocultura. Para eles, o setor já sofre com a crise mundial e a consequente falta de crédito para os produtores. Sendo assim, uma queda nas exportações devido à gripe seria desastrosa para o setor.
Os especialistas lamentaram o equívoco na comunicação em relação ao nome da gripe que, erroneamente, foi chamada de gripe suína, provocando um abalo de confiança na suinocultura. O medo agora é que a Influenza A possa afetar as exportações brasileiras.

O senador Raimundo Colombo, que solicitou a audiência, manifestou preocupação com os equívocos de informação que atingem a comercialização de carne suína no Brasil. Para ele, a obrigação de esclarecer a população sobre a não relação entre comer carne de porco e a gripe suína é do governo federal, que deve, em sua opinião, fazer campanhas públicas de esclarecimento, por meio do ministério da Saúde.

Na Câmara dos Deputados, a audiência em conjunto das comissões de Seguridade Social e Família; de Defesa do Consumidor; e de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, ocorreu hoje à tarde.  O deputado Zonta, presidente da Frencoop, pediu - em nome dos produtores e exportadores de carne de porco - que a denominação popular da gripe seja retirada das notas taquigráficas da comissão e passe a ser usado - Influenza A ou Gripe A, como recomendado pela Organização Mundial de Saúde.

As comissões discutiram ações preventivas contra a gripe Influenza A no País e ações de controle e tratamento para eventuais contaminações. O debate foi proposto pelos deputados Elcione Barbalho (PMDB-PA), Fernando Coruja (PPS-SC) e Cézar Silvestri (PPS-PR), com o intuito de saber quais as ações do governo brasileiro serão tomadas para a proteção da população e esclarecimento sobre o assunto.

Durante a Audiência, o diretor de Portos, Aeroportos e Fronteiras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), José Agenor Álvares da Silva, disse que o Brasil tem um plano para enfrentamento da gripe suína.  "Há um estoque de medicamentos prontos, além daqueles que podem ser fabricados em FAR-Manguinhos [laboratório do governo no Rio de Janeiro]", informou 
Já o secretário de Produção Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Inácio Afonso Kroetz, admitiu que o nome que vem sendo adotado - gripe suína - prejudica o setor de produção e exportação de carne de porco.

"Houve um freio na produção, mas sem justificativa nenhuma", avalia Kroetz. Para ele, a situação pode ser resolvida com um melhor esclarecimento da população. "O vírus H1N1, que provoca a nova gripe, não tem nada a ver com suínos."  (Com  agências Câmara e Senado)

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Cosag propõe Fiesp para liderar programa sobre direito de propriedade

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A defesa do Programa Nacional de Segurança Jurídica e Direito de Propriedade deverá ser liderada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Proposta nesse sentido foi discutida nesta segunda-feira (4/5), no Conselho Superior do Agronegócio (Cosag), da Fiesp, presidido pelo ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues.

Na oportunidade, os conselheiros decidiram elaborar um documento sobre a seguridade jurídica e o direito da propriedade privada no Brasil, para subsidiar o debate de questões pertinentes ao setor no Congresso Nacional. O objetivo será ampliar o nível de informação e reunir dados que possam esclarecer dúvidas dos parlamentares.
 
“A proposta deve ter uma sólida estrutura de informação para a Fiesp ir ao Congresso defender o agronegócio”, garante Rodrigues. Segundo ele, a confecção do documento deve contar com a participação de associações de segmentos variados. “A Fiesp deverá convidar outras entidades de classe para discutir o tema da segurança jurídica frente ao direito da propriedade, considerando todos os entes econômicos e sociais do país.”, afirma Rodrigues.

"O objetivo maior é estabelecer o papel ativo e político das entidades que integram o Cosag, na formação da opinião pública, levando suas posições para as esferas públicas e jurídicas e subsidiando desde legisladores a juízes, promotores, agentes públicos, entre outros atores importantes nesse processo", explicou o secretário-executivo da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nobile, que participou da reunião do Cosag.

Nobile disse ainda que esse processo deverá contemplar desde o ordenamento da documentação disponível às ações preventivas de governo para minimizar a insegurança jurídica proveniente das distorções dos preceitos sobre o Direito de Propriedade.

O presidente do Cosag ressaltou a necessidade da “defesa coletiva” da propriedade privada ao convocar outros setores, como comércio e indústria, a se engajarem no debate público. “O direito da propriedade, em si, não é um tema exclusivo do agronegócio ou do proprietário rural, é muito mais abrangente”, considerou.

A decisão do Cosag foi justificada como uma ação para “levar ao governo e ao parlamento, ideias de como aprimorar a questão jurídica da propriedade”, vista como fragilizada ante o avanço de invasões de terras produtivas por movimentos sociais.
 
Além de Roberto Rodrigues, à mesa do Cosag (foto) estavam os líderes empresariais José Eduardo Mendes Carmargo, Benedito Ferreira, João Guilherme Sabino Ometto, deputado Nogueira Duarte e o embaixador Sérgio Amaral. (Com informações da Fiesp)

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Mercosul constitui estatuto próprio para cooperativas

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O Parlamento do Mercosul  (Parlasul) aprovou, por unanimidade, o projeto “Estatuto Cooperativo Mercosul”, no dia 28 de abril, em Assunção, Paraguai. A vitória é resultado de um trabalho realizado  por membros que compõem a  Reunião Especializada de Cooperativas do Mercosul (RECM) ao longo  de oito anos desde a sua criação.

Segundo o coordenador nacional da Reunião Especializada de Cooperativas do Mercosul, Marconi Lopes de Albuquerque, com o novo Estatuto, e a partir de sua internalização pelos países membros, abrem-se enormes perspectivas de integração para o cooperativismo da região, sobretudo no que se refere à complementação produtiva, formação de alianças estratégicas e realização de negócios em maior escala. O estatuto vai permitir ainda a reunião de distintas pessoas e culturas em uma mesma cooperativa.

“Finalmente, a vitória obtida no dia 28 de abril, pode ser considerada de importância histórica uma vez que figurará para sempre como a primeira norma aprovada pelo Parlamento do Mercosul”, diz Albuquerque. Conforme ele esse fato revela, entre outras coisas, o prestigio que o setor cooperativo da região tem frente ao Parlasul.  

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Mapa assina convênio do Prêmio Técnico Empreendedor 2009

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"O cooperativismo para o Ministério da Agricultura é um desafio muito grande. Já passamos por um período de preparar gestores e agora estamos na fase de levar produtos do cooperativismo para o mundo ou trazê-los para o mercado brasileiro.” A declaração é do secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, Márcio Portocarrrero, que participou da assinatura do termo de cooperação do Prêmio Técnico Empreendedor 2009/2010, nesta terça-feira (5/5), em Brasília (DF). O secretário-executivo da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nobile, e o coordenador de Promoção Social da OCB, Jorge Toledo participaram da solenidade.

O programa tem como objetivo implantar a cultura empreendedora e cooperativista nas Instituições Públicas de Educação Profissional e Tecnológica (IPEPT). De acordo com o diretor do Departamento de Cooperativismo e Associativismo Rural (Denacoop), Daniel Amim, essa ação faz parte de uma nova área, criada no Ministério da Agricultura, denominada Cooperativismo para o Futuro. “Formamos pessoas para difundir o cooperativismo nos países e a idéia é promover a intercooperação, que consiste na aproximação dos cooperativados para que trabalhem, de forma conjunta, no mercado de trabalho. O prêmio vem fortalecer essa ideologia de cooperação, que deve existir desde criança”, ressaltou.         

São parceiros do Programa o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), os ministérios da Agricultura e da Educação e o Banco do Brasil. No período 2009/2010 serão investidos R$ 1,8 milhão.

As inscrições devem começar este mês e a premiação nacional será realizada em novembro de 2009. Desde a criação do programa, em 2002, já foram apresentados 1,6 mil projetos. Para este ano, a expectativa é alcançar 400 instituições públicas em todo o território nacional e cerca de 600 projetos nas categorias técnico e tecnólogo. (Com informações Mapa).

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Prêmio Cooperativa do Ano mostra exemplos de cidadania

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“Criar e inscrever o projeto Coprel na Escola – Alegria e Conhecimento no Prêmio Cooperativa do Ano trouxe muito orgulho aos empregados e cooperados da Cooperativa de Energia, de Ibirubá (Coprel), do Rio Grande do Sul”, disse Raquel Lazzaroto, que atua na área de comunicação da cooperativa. Ela foi responsável pela organização das informações, mas salienta que todo o trabalho foi feito em equipe.  “O projeto só existe porque tem pessoas comprometidas e foi desta forma que conquistamos esse importante reconhecimento”, diz.

Projeto - Coprel na escola – Alegria e Conhecimento recebeu o troféu pela categoria Infra-estrutura/categoria específica Inovação Tecnológica. Diversão aliada ao conhecimento foi a principal característica do projeto que desde 2004, quando foi criado, e já atendeu cerca de 19 mil pessoas em 38 municípios. A premiação é uma iniciativa da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) em parceria com a revista Globo Rural e patrocínio do Banco do Brasil.

O desafio da Coprel foi fazer com que as crianças assimilem os ensinamentos de maneira didática e divertida. Por isso, surgiu o mascote da Coprel: Coprelito, que difunde os princípios do cooperativismo para as novas gerações e auxilia na formação de cidadãos comprometidos com a preservação ambiental, o uso racional de água e de energia elétrica e a destinação correta do lixo.

Prêmio - O  Prêmio Cooperativa do Ano 2009 tem como objetivo projetar as inovações e as boas práticas para a sociedade e o Sistema OCB, contribuindo para o crescimento e a consolidação do cooperativismo no Brasil. Este ano, o Prêmio prevê a participação de projetos dos  ramos Educacional e  Trabalho, além do Agropecuário, Consumo, Crédito,  Infra-Estrutura, Saúde e Transporte, agora sem vinculação com o meio rural.

Em cada categoria, duas áreas temáticas para inscrição dos projetos, exceto a Agropecuário, que abrange educação cooperativista, gestão profissional, inovação tecnológica, marketing, meio ambiente e responsabilidade social.

Inscrição - O Prêmio é voltado a todas as cooperativas singulares e/ou centrais, sediadas no Brasil,  registradas  e adimplentes no Sistema OCB. Para participar é necessário preencher a ficha de inscrição que esta disponível no hotsite do prêmio hospedado no portal www.brasilcooperativo.coop.br. O hotsite elaborado pela OCB, contém todas as informações sobre a premiação e orientação para a elaboração dos projetos.

As cooperativas podem concorrer no ramo em que estão inseridas com um ou mais projetos, identificando nos formulários o ramo e a categoria. Os interessados devem enviar duas cópias do projeto, uma impressa e a outra em CD-R, todas identificadas com os dados da ficha de inscrição para o seguinte endereço: Gerência de Comunicação da OCB – Prêmio Cooperativa do Ano - Edição 2009 no endereço: Setor de Autarquias Sul, Quadra 4, Bloco I - CEP 70070-936, Brasília (DF). 
 

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Sescoop/GO promove encontro para contadores de cooperativas

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Já estão abertas as inscrições para o 4º Encontro de Contadores das Sociedades Cooperativas de Goiás. Promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado de Goiás (Sescoop/GO), o primeiro módulo está programado para os dias 18 e 19 de maio, na sede do Sistema OCB-Sescoop/GO, em Goiânia. (GO). Será ministrado pelo consultor Gilmar Wisnievski, advogado e contador especialista em auditoria e perícia contábil.

O objetivo desta edição do encontro é apresentar e discutir todas as novas práticas contábeis implementadas, como a nova legislação do setor, e o impacto dessas mudanças para as cooperativas. O curso será destinado a contadores, administradores, profissionais da área de auditoria, controladoria e finanças.

Neste primeiro módulo, o conteúdo programático vai abordar as mudanças contábeis e aspectos tributários da Lei 11.638/07 e da Medida Provisória 449/2008, que colocam a contabilidade das empresas de grande porte, com sede no Brasil, alinhadas com o mercado internacional. Também serão discutidos os novos conceitos e práticas contábeis adotados pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), que é o órgão oficial responsável pelas normas, pronunciamentos e orientações contábeis, bem como a nova estrutura e conjunto das demonstrações financeiras e reflexos tributários para o Imposto Sobre a Renda. São apenas 30 vagas. Para mais informações clique aqui (Fonte: OCB/GO)

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Mylton Mesquita visita a Casa do Cooperativismo

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Nesta segunda-feira (4/5), o superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Luís Tadeu Prudente Santos, recebeu o líder cooperativista Mylton Mesquita, na sede da instituição, em Brasília (DF). Mesquita atualmente é presidente de honra da Central das Cooperativas de Crédito de São Paulo (Cecresp). Durante 47 anos, ele presidiu a Cooperativa de Crédito de Guarulhos (CCG), que em março completou 50 anos.

Ele explicou que a CCG foi fundada em 1957 com o nome de Banco Econômico de Guarulhos Sociedade Cooperativa, do tipo Luzatti, e superou diversas crises, responsáveis por prejuízos em cooperativas de crédito desse tipo ao longo do último século. Segundo ele, o respeito à ideologia cooperativista é o que mantém a cooperativa em atividade.

“Sempre tivemos o compromisso e a seriedade com os nossos associados, por isso a CGC completou 50 anos, forte e consolidada”.  A cooperativa conta com cerca de 4 mil cooperados, sobretudo pequenos e microempreendedores, mais de R$ 8 milhões em ativos e R$ 5 milhões em patrimônio líquido.

No encontro, o superintendente da OCB salientou a importância de lideranças como Mylton Mesquita. “O cooperativismo de crédito deve muito ao trabalho que este líder dedicou ao longo dos 47 anos à frente Cooperativa de Crédito de Guarulhos (CCG)”. 
 

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30/4/2009 - Cooperativas se destacam frente às exportações brasileiras

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As exportações das cooperativas brasileiras tiveram melhor desempenho no primeiro trimestre de 2009, quando comparadas aos totais exportados pela economia brasileira. Segundo a Gerência de Mercados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), responsável pelo estudo, os reflexos da crise financeira internacional foram observados pelo setor, com queda de 12,25% nos valores exportados, em relação ao mesmo período de 2008, porém com menor retração que os resultados das vendas externas do País, que tiveram diminuição de 19,52%.   

A análise, que tem como base dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), mostra que as cooperativas exportaram US$ 668,4 milhões de janeiro a março deste ano, contra US$ 761,7 milhões em 2008. Observam-se ainda menores indicadores nas quantidades comercializadas, 10,23% menos que no primeiro trimestre do ano anterior.  Já o valor recebido em reais, pelos embarques do setor ao exterior, atingiu R$ 1,55 bilhão, em conseqüência da elevação da taxa de câmbio, registrando aumento de 16,87%. 

Balança comercial - Seguindo os dados apresentados pela economia brasileira, as importações das cooperativas registram valores menores que as exportações neste trimestre, em comparação ao mesmo período em 2008. No acumulado de janeiro a março de 2009, o saldo atingiu o montante de US$ 584 milhões, com queda de 7,9%.  Em 2008, foram importados US$ 127,4 milhões, registrando um superávit da balança comercial de US$ 634,3 milhões, quando comparado a 2007.

Produtos exportados - O complexo soja, que engloba o grão, o óleo e o farelo, apresentou maior participação nas vendas diretas das cooperativas brasileiras, representando 29,49% das exportações totais. Na seqüência figuram o setor sucroalcooleiro (24,81%), que corresponde aos açúcares e ao álcool etílico, e as carnes (18,69%). O café, cereais (milho, trigo, arroz e cevada), algodão e leite e laticínios aparecem na seqüência, com representações de 13,49%, 4,05%, 3,56% e 1,82%, respectivamente.

Líder nas vendas das cooperativas ao exterior, o complexo soja somou um total de US$ 197,1 milhões entre janeiro e março de 2009, crescimento de 7,23% em relação ao primeiro trimestre de 2008, quando foram embarcados US$ 183,8 milhões. Os grãos apresentaram liderança no setor, representando 48% do total (US$ 94,3 milhões).

Quanto ao complexo sucroalcooleiro, o destaque ficou para os açúcares, com uma participação de 59% no primeiro trimestre de 2008 (US$ 86,4 milhões) e de 91% em 2009 (US$ 150,9 milhões). As vendas externas desse grupo de produtos registraram crescimento de 13,5%, com um total de US$ 165,8 milhões.     

Mercados de destino - A Alemanha aparece em primeiro lugar entre os mercados de destino dos produtos cooperativistas no primeiro trimestre de 2009, com US$ 74,8 milhões, frente a US$ 92,4 milhões em 2008, registrando uma retração de 19%.  

No mesmo período, foi observado crescimento nas aquisições feitas pela China, que tem como meta dobrar os seus estoques de soja e, logo, elevou os embarques de grãos provenientes das cooperativas em 57,11%. Os Países Baixos, seguindo essa linha, mostraram incrementos nos embarques de soja em grão (+145,56%), farelo de soja (+75,67%) e café verde (+53,12%). A Arábia Saudita também influenciou positivamente no resultados das exportações nesse período, com crescimento de 102,75% frente a 2008, puxado pelas compras de US$ 58,49 milhões (+167,98%).

Ao mesmo tempo, a desaceleração econômica provocada pela crise resultou em decréscimos nas importações de outros países como Japão, Rússia, Espanha, França e Itália. Os principais produtos afetados foram as carnes (-33,09%), os cereais (-76,16%), leite e laticínios (-54,11%), produtos manufaturados (-55,65%) e hortículas (-22,65%).

Principais estados - Paraná aparece liderando as exportações das cooperativas brasileiras no primeiro trimestre de 2009, com uma parcela de 39,9% do total, um valor absoluto de US$ 267,1 milhões de toneladas, e uma pequena queda de 0,86% em relação ao mesmo período em 2008.

Em seguida, aparecem São Paulo, com crescimento de 15,23%, atingindo US$ 161,1 milhões, frente US$ 139,8 milhões de janeiro a março de 2008; Minas Gerais, com elevação de 10%, registro de US$ 99 milhões e participação de 14,8% do total; e Mato Grosso, apresentando exportações de US$ 52,4 milhões e significativo aumento, de 162,2%.

Perspectivas - Para se traçar uma perspectiva do resultado das exportações do setor cooperativista no fechamento de 2009, é preciso aguardar o final do primeiro semestre, quando poderá ser feita melhor avaliação. Mas, num primeiro momento, a expectativa é manter os valores alcançados em 2008, ou seja, um total de US$ 4 bilhões. Quanto aos produtos, espera-se manutenção do ritmo forte registrado pela soja, seguida p"

Cooperativas se destacam frente às exportações brasileiras

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As exportações das cooperativas brasileiras tiveram melhor desempenho no primeiro trimestre de 2009, quando comparado aos totais exportados pela economia brasileira. Segundo a Gerência de Mercados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), responsável pelo estudo, os reflexos da crise financeira internacional foram observados pelo setor, com queda de 12,25% nos valores exportados, em relação ao mesmo período de 2008, porém com menor retração que os resultados das vendas externas do País, que tiveram diminuição de 19,52%.   

A análise, que tem como base dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), mostra que as cooperativas exportaram US$ 668,4 milhões de janeiro a março deste ano, contra US$ 761,7 milhões em 2008. Observam-se ainda menores indicadores nas quantidades comercializadas, 10,23% menos que no primeiro trimestre do ano anterior.  Já o valor recebido em reais, pelos embarques do setor ao exterior, atingiu R$ 1,55 bilhão, em conseqüência da elevação da taxa de câmbio, registrando aumento de 16,87%.  

Clique aqui para ver o estudo denominado "Infotec nº 32 - Inserção das cooperativas brasileiras no mercado internacional, ênfase no primeiro trimestre de 2009".

Balança comercial - Seguindo os dados apresentados pela economia brasileira, as importações das cooperativas registram valores menores que as exportações neste trimestre, em comparação ao mesmo período em 2008. No acumulado de janeiro a março de 2009, o saldo atingiu o montante de US$ 584 milhões, com queda de 7,9%.  Em 2008, foram importados US$ 127,4 milhões, registrando um superávit da balança comercial de US$ 634,3 milhões, quando comparado a 2007. 

Produtos exportados - O complexo soja, que engloba o grão, o óleo e o farelo, apresentou maior participação nas vendas diretas das cooperativas brasileiras, representando 29,49% das exportações totais. Na seqüência figuram o setor sucroalcooleiro (24,81%), que corresponde aos açúcares e ao álcool etílico, e as carnes (18,69%). O café, cereais (milho, trigo, arroz e cevada), algodão e leite e laticínios aparecem na seqüência, com representações de 13,49%, 4,05%, 3,56% e 1,82%, respectivamente. 

Líder nas vendas das cooperativas ao exterior, o complexo soja somou um total de US$ 197,1 milhões entre janeiro e março de 2009, crescimento de 7,23% em relação ao primeiro trimestre de 2008, quando foram embarcados US$ 183,8 milhões. Os grãos apresentaram liderança no setor, representando 48% do total (US$ 94,3 milhões). 

Quanto ao complexo sucroalcooleiro, o destaque ficou para os açúcares, com uma participação de 59% no primeiro trimestre de 2008 (US$ 86,4 milhões) e de 91% em 2009 (US$ 150,9 milhões). As vendas externas desse grupo de produtos registraram crescimento de 13,5%, com um total de US$ 165,8 milhões. 

Mercados de destino - A Alemanha aparece em primeiro lugar entre os mercados de destino dos produtos cooperativistas no primeiro trimestre de 2009, com US$ 74,8 milhões, frente a US$ 92,4 milhões em 2008, registrando uma retração de 19%.   

No mesmo período, foi observado crescimento nas aquisições feitas pela China, que tem como meta dobrar os seus estoques de soja e, logo, elevou os embarques de grãos provenientes das cooperativas em 57,11%. Os Países Baixos, seguindo essa linha, mostraram incrementos nos embarques de soja em grão (+145,56%), farelo de soja (+75,67%) e café verde (+53,12%). A Arábia Saudita também influenciou positivamente no resultados das exportações nesse período, com crescimento de 102,75% frente a 2008, puxado pelas compras de US$ 58,49 milhões (+167,98%). 

Ao mesmo tempo, a desaceleração econômica provocada pela crise resultou em decréscimos nas importações de outros países como Japão, Rússia, Espanha, França e Itália. Os principais produtos afetados foram as carnes (-33,09%), os cereais (-76,16%), leite e laticínios (-54,11%), produtos manufaturados (-55,65%) e hortículas (-22,65%). 

Principais estados - Paraná aparece liderando as exportações das cooperativas brasileiras no primeiro trimestre de 2009, com uma parcela de 39,9% do total, um valor absoluto de US$ 267,1 milhões de toneladas, e uma pequena queda de 0,86% em relação ao mesmo período em 2008. 

Em seguida, aparecem São Paulo, com crescimento de 15,23%, atingindo US$ 161,1 milhões, frente US$ 139,8 milhões de janeiro a março de 2008; Minas Gerais, com elevação de 10%, registro de US$ 99 milhões e participação de 14,8% do total; e Mato Grosso, apresentando exportações de US$ 52,4 milhões e significativo aumento, de 162,2%. 

Perspectivas - Para se traçar uma perspectiva do resultado das exportações do setor coope"

Parlamentares do Reino Unido estudam produção de alimentos no Brasil

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Um grupo de seis integrantes do Comitê de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais do Parlamento do Reino Unido está no Brasil para estudar o potencial de produção de alimentos no País. Os britânicos buscam formas de estimular a produção sustentável de alimentos em escala mundial, para fazer frente ao aumento populacional das próximas décadas e evitar desabastecimento e aumentos elevados de preços.

Durante sua estada no País, os parlamentares estiveram reunidos com diversos representantes do setor agrícola, entre eles Américo Utumi, diretor da Aliança Cooperativa Internacional (ACI) e assessor da presidência da Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp) e Antonio Pedro Pezzuto Jr, consultor de agronegócio da Ocesp.

“Esta visita tornou clara para nós a importância do pequeno produtor para o abastecimento de alimentos no Brasil. Ficamos particularmente impressionados com o empenho em se produzir produtos de alta qualidade, tanto orgânicos como convencionais”, elogiou Michael Jack, chefe do comitê britânico.

“Foi interessante saber que, quando surgiu a necessidade de estudar países que possam suprir o mundo de alimentos, o Brasil foi o primeiro a ser lembrado pelos parlamentares britânicos”, percebeu Américo Utumi, da Ocesp. Utumi e Pezzuto levaram a comitiva britânica para conhecer a Cooperativa Agropecuária de Ibiúna (Caisp), mostrando como as cooperativas podem ser elementos chave na produção sustentável de alimentos.

O Comitê de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais do Reino Unido é parte do parlamento britânico e representa uma das formas pelas quais a instituição monitora as atividades do governo. (Fonte: Ocesp)

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Reunião do Ceco apresenta avanços

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“O Ramo Crédito tem conquistado um espaço muito importante no sistema financeiro e creditamos isso ao trabalho em conjunto com a participação do Conselho Especializado do Ramo Crédito (Ceco/OCB), confederações, centrais, parlamentares, federações e instituições ligadas ao setor”. A declaração foi do presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) que  fez a abertura, nesta quinta-feira (30/4) da reunião do Ceco, na Casa do Cooperativismo, em Brasília (DF).
 
Entre os avanços, ele citou o mais recente que foi a lei sancionada, no último dia 17, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O PLS 293/1999 - antigo PLP 177/2004 - estabelece normas para o funcionamento das instituições financeiras constituídas sob a forma de cooperativas de crédito, regulamentando, assim, o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC).

Logo após, a representante nacional do Ceco, Denise Damian, apresentou o cenário do Ramo Crédito e a revisão do  Plano de Ação do Conselho, com os principais pleitos do segmento no âmbito dos três Poderes. A Gerência de Mercados da OCB (Gemerc) apresentou a evolução do cooperativismo de crédito e o Projeto OCB/DGRV NNE.  O trabalho é fruto da parceria entre a organização e a Confederação Alemã de Cooperativas (DGRV). Tem como objetivo o fortalecimento e o desenvolvimento sustentável do cooperativismo de crédito nas regiões Norte e Nordeste. 

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OCB comemora conquista do Ramo Crédito

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Cerca de 200 líderes e dirigentes de cooperativas e organizações estaduais junto com cinco senadores e 16 deputados federais, integrantes da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), e representantes do Banco Central participaram da tradicional confraternização promovida na noite desta quarta-feira (29/4) pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) para comemorar as conquistas legislativas do Ramo Crédito. Em seu agradecimento a todos os presentes, o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, ressaltou que as vitórias em 2008 foram muitas – em especial, a regulamentação das cooperativas de crédito no Brasil - graças ao esforço e ao empenho da base cooperativista.

Aprovação de leis beneficia o setor

A representante nacional do Ramo Crédito e coordenadora do Conselho Especializado de Crédito (Ceco), da OCB, Denise Damian, iniciou seu pronunciamento destacando a liderança nacional do presidente Márcio Lopes de Freitas, a quem agradeceu o apoio no encaminhamento das demandas das cooperativas de crédito, que somam 1.113 em todo o País. Segundo ele, foi na atual gestão da OCB que, nos últimos três anos, o cooperativismo de crédito conseguiu aprovar três leis muito importantes para o ramo. São elas: os 2,5% em recursos que passaram a ser recolhidos pelas cooperativas de crédito sobre a folha de pagamento dos seus empregados para serem aplicados por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), o plano de segurança dessas sociedades e a sua regulamentação.Ao final de sua manifestação, Denise Damian convidou a todos os presentes para, numa atitude reverencial ao momento histórico vivido pelas cooperativas de crédito, se postassem em pé para uma aclamação coletiva pela aprovação da Lei Complementar 130/2009, que tornou viável uma legislação específica para o setor, regulamentando o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC). Neste momento, todos os convidados, de pé, comemoraram com entusiasmo e muitas palmas.
Em seguida, o presidente da Frencoop, deputado federal Odacir Zonta convidou todos os parlamentares presentes para se juntarem a ele, quando destacou a importância da coesão na atividade de defesa dos interesses das cooperativas, notadamente, as de crédito que, com a sua capilaridade, consegue chegar a todos os rincões do País. Ressaltou também a importância dessas cooperativas na socialização do crédito à população brasileira. E enfatizou a iniciativa da Frencoop de estimular a criação de frentes parlamentares do cooperativismo nas câmaras municipais e nas assembléias dos estados, de modo a ampliar a participação do cooperativismo na via política dessas casas legislativas.
 
Por sua vez, o senador Renato Casagrande, em seu pronunciamento ressaltou o reconhecimento ao senador Gerson Camata, autor do projeto que possibilitou a regulamentação das cooperativas de crédito. O deputado Arnaldo Jardim, coordenador do Ramo Crédito junto à Frencoop, ponderou que apesar da crise mundial, no cooperativismo é onde menos de fala de impactos negativos, porque o setor sempre lutou muito. “Em vez de lamentar a escuridão, ascendeu a centelha e seguiu firme em seus propósitos.” Afirmou ainda que o desafio agora é definir o ato cooperativo. “Não podemos passar mais um ano sem ele”, assinalou.

Além do senador Renato Casagrande participaram; Marisa Serrano; Neuto de Conto; Serys Slhessarenko e Valdir Raupp. Já os deputados compareceram, Arnaldo Jardim; Dr. Ubiali; Duarte Nogueira; Eduardo Sciarra; Eliene Lima; Lelo Coimbra; Luis Carlos Heinze; Mauro Nazif; Moacir Micheletto; Natan Donadon; Paulo Piau; Rebecca Garcia; Valdir Colatto; Vignatti e Lindomar Garçon.
 

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CMN prorroga prazo para financiamento da recuperação de lavouras de café

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O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, nesta quinta-feira (304), a prorrogação para até 30 de setembro de 2009 para a contratação de operações destinadas à recuperação de lavouras de café atingidas por granizo. O financiamento de R$ 90 milhões, com recursos do Fundo da Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), tinha prazo para contratação até 31 de março de 2009.

A linha de financiamento é válida para os produtores que tiveram perdas de, no mínimo, 10% de suas lavouras em decorrência de chuvas de granizo. A medida foi adotada pelas novas ocorrências de granizo nos estados de São Paulo e Minas Gerais e dificuldades operacionais encontradas pelos produtores na concessão do crédito.

O CMN também autorizou a prorrogação do prazo de 27 de março para 30, para contratações da linha de crédito de financiamento da liquidação de dívidas dos cafeicultores vinculadas à Cédula do Produto Rural (CPR) com vencimento previsto para até 31 de dezembro de 2007. Nesta situação estão, inclusive, as dívidas com vencimento até 2007 substituídas para vencimento em 2008. Para esta linha, foram destinados até R$ 100 milhões do Funcafé com prazo de reembolso de até quatro anos com limite por mutuário de R$ 400 mil. (Fonte: Mapa)

Confira os votos aprovados na reunião do CMN.

 

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Homenagens e lançamentos marcam aniversário da Embrapa

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“O destino fez com que eu voltasse depois de 30 anos para a agricultura”. Foi o que disse o ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, ao contar sua trajetória profissional. Stephanes foi um dos homenageados do Prêmio Frederico de Menezes Veiga 2009, na noite dessa quarta-feira (29/4), quando a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) comemorou 36 anos. O superintendente e o secretário-executivo da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), respectivamente, Luís Tadeu Prudente Santos e Renato Nobile, participaram da cerimônia, na sede da instituição, Brasília (DF)

O ministro, que fez parte da comissão de implantação da Embrapa, falou do orgulho de ter contribuído e trabalhado para sua criação. “O meu trabalho era de articular e convencer o setor de pesquisa a aceitar as mudanças de um novo arranjo na área, e eu me orgulho muito disso.”

Além de Stephanes, o vice-presidente para Agronegócios do Banco do Brasil, Luís Carlos Guedes, foi outra personalidade que recebeu homenagem especial. Guedes também acompanhou os trabalhos que antecederam à criação da Embrapa.

Prêmio - Na categoria pesquisa, o Prêmio, que teve como tema “Melhoramento Genético como fator de sucesso do setor agrícola brasileiro” ,foi entregue ao pesquisador da Embrapa Meio-Norte (Teresina-PI) Francisco Freire,  pelo trabalho com feijão-caupi. “Na Embrapa encontrei um leito para realizar minhas pesquisas, que comecei ainda quando era estudante. Aqui me sinto fortalecido e com ânimo para trabalhar”, ressaltou.

O outro vencedor, Antônio Alves Pereira, recebeu o prêmio pelo trabalho de melhoramento do café. “Obrigada à Embrapa pelo reconhecimento e por possibilitar a continuidade do trabalho de pesquisa no Estado de Minas Gerais e no restante do Brasil”, afirmou.

Para o diretor-presidente em exercício da Embrapa, Geraldo Eugênio, o Prêmio Frederico de Menezes Veiga é uma forma de reconhecer o trabalho daqueles que contribuem para o avanço da pesquisa agrícola do país. “Esses dois cientistas escolhidos dedicaram suas vidas ao trabalho de melhoramento genético de plantas, dando contribuição à produção de alimentos e a uma nova formatação do país”, disse.

A solenidade contou também com as presenças do ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende; o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda; o deputado federal Paulo Piau, representando a Presidência da Câmara dos Deputados; a senadora Serys Slhessarenko, representando a presidência do Senado; e o presidente licenciado da Embrapa, Silvio Crestana. (Com informações da assessoria de imprensa da Embrapa)

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Cooperativas educacionais capixabas se destacam no Enem 2008

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As cooperativas educacionais capixabas, que têm alunos cursando o ensino médio, se destacaram no resultado divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2008).  A Cooperativa Regional Educacional Cultural Venda Nova do Imigrante (Coopeducar) obteve o 7° melhor desempenho de todo o Estado, à frente de muitas escolas tradicionais da Grande Vitória e do interior.

Também tiveram destaque o Centro Educacional Padre Anchieta, escola da Coteci de Cachoeiro de Itapemirim, que obteve o 59° melhor desempenho no Estado e o 7° melhor do município; a Cooperação de Santa Maria de Jetibá, que conquistou a 66° colocação estadual e a melhor do município;  e a Coopesg de São Gabriel da Palha, que obteve o 90° melhor desempenho em nível estadual e o melhor da cidade; mostrando a qualidade do ensino das cooperativas educacionais, que têm se tornado referência em qualidade na educação do interior capixaba.

A Coopeducar - O resultado da Coopeducar se destaca mais ao levar em conta que sua fundação foi recente, em 2000 e o trabalho com o ensino médio apenas a partir de 2002. A diretora da escola, Elis Regina Falqueto pontuou que o bom desempenho dos alunos é fruto de um trabalho feito com foco na educação completa, na participação dos pais e na qualificação e dedicação do corpo docente: “Desenvolvemos um trabalho com nossos alunos desde o maternal com foco na formação completa do ser, não sendo voltada apenas para o vestibular, e ficamos mais satisfeitos ainda, quando esse trabalho completo nos dá resultado.

Atualmente, segundo  a diterora, cerca de 250 alunos estão matriculados na escola. "O principal objetivo é oferecer aos filhos dos pais cooperados uma escola de qualidade, dando a possibilidade do aluno do interior ter um ensino de ponta". (Fonte: OCB/ES)

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Credicitrus inaugura PAC na Casa do Cooperativismo Paulista

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A Cooperativa de Crédito Rural Credicitrus inaugurou, nesta quarta-feira (29/4), o 42º Posto de Atendimento ao Cooperado (PAC). A nova unidade funciona no bairro Bela Vista, em São Paulo (SP), na sede do Sistema Ocesp-Sescoop/SP. Na cerimônia de inauguração, o presidente da Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp), Edivaldo Del Grande, disse que agora concretizava o sonho de ter um posto de uma cooperativa de crédito na sede da instituição, em lugar de uma agência bancária. 

Del Grande acredita que, com a regulamentação da lei específica do cooperativismo de crédito, sancionada dia 17 pelo presidente Lula, a participação das cooperativas no Sistema Financeiro Nacional (SFN) deva crescer consideravelmente. “Se pularmos dos 2% atuais para 8% já seremos referência e poderemos influenciar o mercado, balizando os juros bancários e diminuindo o spread dos bancos comerciais, o que beneficiará toda a população”, ressaltou o presidente, que vê na inauguração do PAC Credicitrus um marco nesse sentido.

Origem - O diretor-administrativo da Cooperativa Central de Crédito Rural (Cocecrer), Ismael Perina Jr., recordou as origens da Credicitrus em seu discurso. “Sinto-me orgulhoso de acompanhar o crescimento da Credicitrus, cooperativa que ajudamos a orientar nos seus primórdios com a experiência da Credicoplana, de Guariba”.

O presidente da Credicitrus, Raul Huss de Almeida, ressaltou que as parcerias sempre contribuíram para o desenvolvimento e expansão da cooperativa. “Antes mesmo da fundação da Credicitrus, três funcionários nossos participaram de um seminário de cooperativismo de crédito rural na Ocesp”, recordou ele, destacando que praticamente todos os eventos e cursos de gestão e de cooperativismo de crédito oferecidos pela Ocesp  nesses 25 anos de existência da cooperativa, contaram com representantes da Credicitrus. Raul destacou também a parceria com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), a Cocecrer e o Banco do Brasil.

O presidente da Credicitrus informou que a nova unidade é a segunda na cidade de São Paulo. “Queremos atender os proprietários rurais residentes em São Paulo e, dentro das possibilidades, membros de outras cooperativas”. Os funcionários do Sistema Ocesp também poderão se associar.

Presenças - Cerca de 200 pessoas compareceram para prestigiar a inauguração. Entre os presentes estavam o chefe de gabinete da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Antonio Vagner Pereira; o diretor da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), Americo Utumi; o assessor parlamentar do deputado federal Arnaldo Jardim, Leslie Adamo Lira e, pela Credicitrus, também o diretor de planejamento e controle, Siguetoci Matusita, e o diretor administrativo e operacional, Moacyr Pegoraro.

A nova unidade da Credicitrus funcionará de segunda-feira à sexta-feira, das 8h às 18 h, na rua Treze de Maio, 1.376, Bela Vista, São Paulo (SP). (Fonte: Ocesp)

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Legislação ambiental é discutida no Senado

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Autora do requerimento para realização da audiência pública para debater legislação ambiental e agronegócio, a senadora Kátia Abreu (TO) afirmou que as diversas regulamentações sobre o assunto no Brasil, de 1934 a 2009, têm condenado os pequenos agricultores à ilegalidade. O assunto foi pauta da audiência pública nesta quarta-feira (29/4), no Senado Federal. com a participação de especialistas e todas as comissão permanentes da Casa.

“Quase cinco milhões de agricultores rurais estão criminalizados, assentados nas margens dos rios. Ninguém lembrou que margem do rio é Área de Proteção Permanente (APP) e que 90% deles estão ilegais”, criticou a senadora. Lembrou ainda que foram feitas diversas alterações ao longo do tempo, na porcentagem da área destinada à reserva legal nas propriedades rurais, sem que fossem destinados recursos financeiros para os agricultores recomporem as áreas desmatadas.

Kátia Abreu criticou o fato de a discussão em torno de modificações no Código Florestal Brasileiro já ter completado 13 anos, sem uma solução efetiva que concilie meio ambiente e agricultura. Disse que graças à alta tecnologia implantada pela Embrapa o Brasil aumentou sua produtividade e tem hoje à disposição 100 milhões de quilômetros quadrados para uma produção agrícola de 280 milhões de toneladas de grãos, sem a necessidade de haver desmatamento.

Para o especialista da Gerência de Mercados da OCB, Gustavo Prado, embora os requerimentos para a realização da audiência tenham sido apresentados pela Senadora Kátia Abreu, assinados também por outros parlamentares da Casa, os convidados presentes, em sua maioria, pertencem a organizações ambientalistas, o que trouxe desequilíbrio às discussões deixando os representantes do setor produtivo em desvantagem. “Apesar disso, a audiência foi muito calorosa, o que poderá resultar na oxigenação do processo de construção de Novo Código Florestal”.

Dessa forma, segundo ele, vale destacar que foi ponto comum para os palestrantes e representantes da sociedade presentes a necessidade de substituição do atual código, vigente desde 1934, que já sofreu mais de sessenta remendos e não acompanhou a evolução da agropecuária brasileira, da urbanização e das políticas públicas. “ No final, todos concordaram que é preciso agir, sem idealismo, mas com fundamentação científica, para a atualização da legislação não se focando em desmatamento, mas num modelo de desenvolvimento sustentável considerando os três pilares conjuntamente, social, econômico e ambiental” finaliza, Prado. 

Para a parlamentar e ex-ministra do Meio ambiente, Marina Silva, qualquer mudança nas leis ambientais deve resultar da mediação entre as informações geradas pela ciência, os interesses da sociedade e a necessidade de assegurar o futuro "dos que ainda não nasceram". “O Congresso se insere nesse processo de mediação. Esse não é um debate entre meio ambiente e preservação, pois ambos são parte da mesma moeda - frisou, ao ressaltar que não se trata de buscar mecanismos para manter recursos naturais ou para favorecer o agronegócio e o desenvolvimento econômico”.
 

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Deputado da Frencoop rejeita PL desfavorável à OCB

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Foi aprovado nesta quarta-feira (29/4), na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDEIC) da Câmara dos Deputados, o parecer do relator, o deputado e membro da diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Dr. Ubiali, pela rejeição do Projeto de Lei nº. 3.810/2008. O PL defende a proibição da reeleição de presidentes e vice-presidentes de cooperativas, com o objetivo de equiparar o mandato aos de diretor ou conselheiro.  Para o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, este parecer demonstra o comprometimento dos parlamentares da Frencoop com as questões cooperativistas.  
 
Dr. Ubiali defendeu o posicionamento da OCB que é contrária a aprovação do projeto. Para a organização, o PL não se harmoniza com os valores e princípios cooperativistas. Ele integra a Agenda Legislativa do Cooperativismo 2008, publicação lançada pela Frencoop e pela OCB com o objetivo de sensibilizar os parlamentares na defesa do cooperativismo. 

O projeto, de autoria da deputada Maria Lúcia Cardoso, segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). 

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Khouri assume presidência da OCB-Sescoop/TO

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Atuar para ampliar a representatividade das cooperativas e aprimorar a performance do setor em todos os ramos de atividade são sinteticamente, as prioridades da proposta de atuação o recém-eleito Ricardo Khouri. Ele assumiu nesta segunda-feira (27/4) a presidência da Organização das Cooperativas do Estado de Tocantins e da unidade estadual do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (OCB-Sescoop/TO).

Engenheiro agrônomo, Khouri é sócio-fundador da Cooperativa Agroindustrial do Tocantins, em 1996, quando chegou em Palmas (TO). Ele participou do conselho da OCB/TO nas duas gestões do ex-presidente Ruiter Luiz Andrade Páudia. Natural do Estado de São Paulo, Khouri está satisfeito com o novo desafio e aposta no investimento na área de comunicação na OCB/TO para dar visibilidades as ações das cooperativas.   

Conheça a composição da nova diretoria:

Presidente

Ricardo Benedito Khouri

Coapa/Pedro Afonso

 

Conselho Diretor/Efetivo

Marley Camilo de Oliveira

Ceduc/Pedro Afonso

Helvécio Mesquita Melo

Coopvag/Palmas

Orsini Passos Guterres

Unimed Palmas

Luiz Alberto Machado Lopes

Sicredi Norte TO/Araguatins

Luiz Carlos Alves Ferreira

Coopanest/Palmas

Fidelicia Carvalho da Silva

Copari/Aparecida Rio Negro

 

Conselho Diretor/Suplente

Maria Jose Ferreira L. Alves

Cooperfruto/Santa Maria

Antonildo Alexandre de Medeiros

Cooap/Palmas

 

Conselho Fiscal Efetivo