escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop
Banner do pense no coop
Image
RepresentaCoop

Ambiente de negócios é chave para o desenvolvimento do Brasil

Sistema OCB propõe medidas para ampliar competitividade, reduzir burocracia e valorizar Sistema S 

Criar condições mais favoráveis para quem produz, investe e gera oportunidades é uma das prioridades apresentadas pelo Sistema OCB no documento Propostas para um Brasil Mais Cooperativo 2027-2030. No eixo 5, dedicado a temas estruturantes para o desenvolvimento do país, a entidade reúne medidas voltadas à melhoria do ambiente de negócios, ao aumento da competitividade, à educação e à formação profissional, além de defender a valorização do Sistema S como instrumento estratégico para preparar trabalhadores e organizações para as transformações da economia. 

A agenda parte do entendimento de que o crescimento sustentável depende de um ambiente econômico com segurança jurídica, previsibilidade e regras capazes de estimular investimentos. Entre as propostas estão medidas de simplificação e desburocratização de processos, aperfeiçoamento do ambiente regulatório e harmonização de normas sanitárias, além de ações voltadas à redução de entraves que impactam as atividades produtivas. 

Segundo a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, o eixo reúne questões que ultrapassam os limites do cooperativismo e dizem respeito às condições necessárias para o desenvolvimento do Brasil.  “Estamos falando de uma agenda que interessa ao país como um todo. Melhorar o ambiente de negócios, investir na formação das pessoas e aumentar a eficiência das instituições são condições fundamentais para que o Brasil consiga crescer de maneira sustentável, gerar oportunidades e elevar sua competitividade. O cooperativismo quer contribuir com esse debate a partir da experiência de um modelo que está presente em diferentes setores e regiões”, afirma. 

 

Ambiente de negócios e competitividade 

A melhoria do ambiente de negócios ocupa posição central no eixo 5. Para o Sistema OCB, reduzir burocracias, aprimorar processos regulatórios e ampliar a segurança jurídica são medidas importantes para elevar a produtividade e criar melhores condições para investimentos e expansão das atividades econômicas. 

A agenda defende um ambiente institucional com regras claras e maior previsibilidade para que cooperativas, empresas e demais organizações possam planejar investimentos e tomar decisões de longo prazo.  “Quem produz e investe precisa saber quais são as regras e ter segurança para planejar. Quando há excesso de burocracia, insegurança jurídica ou mudanças constantes nos procedimentos, aumentam os custos e diminui a capacidade de investir”, explica Tania.  

Ainda segundo ela, “melhorar o ambiente de negócios significa tornar o Estado mais simples, previsível e eficiente para que as organizações possam direcionar esforços para produzir, inovar, crescer e gerar oportunidades”. 

 

Simplificação e normas sanitárias 

Entre as medidas apresentadas está a necessidade de simplificar registros e processos junto ao poder público e avançar na harmonização de normas sanitárias. A proposta busca reduzir sobreposições e diferenças de procedimentos que podem dificultar a atuação das organizações e aumentar os custos de quem produz. 

De acordo com o documento, aperfeiçoar esses processos não significa reduzir padrões de controle ou proteção, mas buscar maior integração, clareza e eficiência na aplicação das regras. “A simplificação precisa caminhar junto com a segurança. Estamos falando em evitar duplicidades, procedimentos excessivamente complexos e diferenças que dificultam a atividade produtiva. A harmonização de normas e a modernização dos processos podem trazer mais eficiência para o poder público e mais segurança para quem precisa cumprir essas exigências”, destaca Tania. 

Para a presidente executiva, os efeitos da desburocratização também chegam à competitividade. “Cada etapa que conseguimos tornar mais simples e eficiente representa menos tempo e recursos gastos com burocracia. Isso melhora o ambiente de negócios, reduz custos e permite que cooperativas e demais organizações concentrem esforços naquilo que efetivamente gera desenvolvimento”.  

 

Educação e formação profissional 

Outro ponto estratégico da agenda é o investimento em educação e qualificação profissional. O avanço tecnológico, a digitalização e as transformações nos modelos produtivos têm gerado demandas para trabalhadores e organizações, o que torna a formação contínua um elemento importante para elevar a produtividade e a capacidade de inovação. 

O documento defende o fortalecimento da educação e da formação profissional como parte de uma estratégia de desenvolvimento do país, aproximando a preparação dos trabalhadores das novas competências demandadas pelo mercado. “Aumento sustentável de produtividade exige investimento nas pessoas. A economia está mudando rapidamente, novas tecnologias estão transformando profissões e exigindo novas competências. Precisamos garantir que trabalhadores, jovens e empreendedores tenham acesso à formação necessária para participar dessas transformações e aproveitar as oportunidades que estão sendo criadas”, acrescenta Tania. 

Educação e competitividade, complementa, fazem parte da mesma agenda. “Quando investimos em conhecimento e qualificação, ampliamos oportunidades individuais, mas também fortalecemos as organizações e a economia. Capital humano qualificado é um dos principais ativos de um país que pretende inovar, produzir mais e competir em um cenário cada vez mais tecnológico”. 

 

Valorização do Sistema S 

Nesse contexto, o Sistema OCB também destaca a importância da valorização do Sistema S e da preservação de sua capacidade de investir em educação, capacitação e formação profissional. 

As instituições que integram o Sistema S desempenham papel relevante na preparação de trabalhadores, no desenvolvimento das organizações e na disseminação de conhecimento aplicado às necessidades dos diferentes setores da economia. 

No cooperativismo, essa atuação é exercida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), responsável por ações de formação profissional, desenvolvimento da gestão e promoção social voltadas às cooperativas, cooperados e empregados. 

 “O Sistema S possui uma capacidade muito importante de transformar conhecimento em qualificação conectada às necessidades reais dos setores produtivos. São instituições que conhecem a realidade de quem está na ponta e conseguem desenvolver soluções de formação que acompanham as mudanças do mercado de trabalho. Valorizar esse modelo é reconhecer a educação profissional como parte da estratégia de desenvolvimento do Brasil”, ressalta Tania. 

Ela acrescenta que a experiência do Sescoop demonstra o impacto da formação sobre a capacidade de gestão e desenvolvimento das organizações.  “No cooperativismo, vemos diariamente como a capacitação melhora a gestão, fortalece a governança e prepara as cooperativas para crescer e inovar. O Sescoop cumpre esse papel ao levar conhecimento para diferentes regiões e realidades do país. Preservar e fortalecer essa estrutura significa continuar investindo diretamente nas pessoas e na competitividade das organizações”. 

 

Desenvolvimento 

Além das prioridades relacionadas ao ambiente de negócios e à formação profissional, o eixo 5 reúne propostas estruturantes em áreas como estabilidade econômica, responsabilidade fiscal, infraestrutura, comércio internacional e eficiência da gestão pública. 

A agenda defende ainda uma administração pública orientada por planejamento, transparência, modernização e avaliação de resultados, com maior capacidade de transformar políticas públicas em entregas concretas para a sociedade. 

 “O Brasil tem enorme capacidade produtiva, recursos, conhecimento e pessoas preparadas para empreender. O desafio é criar as condições para que esse potencial se transforme em desenvolvimento. Isso passa por infraestrutura, estabilidade econômica, instituições eficientes, educação e um ambiente de negócios que estimule investimentos em vez de criar obstáculos”, afirma Tania. 

Para a presidente executiva, a contribuição apresentada pelo cooperativismo busca justamente inserir essas questões no debate sobre as prioridades do próximo ciclo do país. “As propostas não olham apenas para o cooperativismo. Elas partem da nossa experiência, mas tratam de desafios do Brasil. Queremos contribuir para uma agenda capaz de combinar competitividade, eficiência, qualificação e desenvolvimento social, criando condições para que diferentes setores possam crescer e gerar prosperidade nos territórios”, conclui. 

 

Saiba Mais:

 

Imagem do mascote do pense no coop
Image

Conteúdos Relacionados

Image
SISTEMA OCB © TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.