escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop
NOTÍCIAS EVENTOS

Potencial das coops para ampliar acesso a seguros ganha destaque 

Seminário na USP debateu regulação, concorrência e oportunidades para expansão do setor 

Seminário Jurídico de SegurosO potencial das cooperativas para ampliar o acesso da população brasileira a seguros foi um dos temas debatidos nesta quinta-feira (17), durante o II Seminário Jurídico de Seguros, realizado na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). 

O coordenador de Ramos do Sistema OCB, Hugo Andrade, participou do painel Regulação e Concorrência, ao lado de representantes do Ministério da Fazenda e da Superintendência de Seguros Privados (Susep). O debate abordou o novo ambiente regulatório do setor, a entrada de novos participantes e os caminhos para ampliar a concorrência e a inclusão securitária no país. 

Para Hugo, a atuação das cooperativas pode ajudar a levar proteção a pessoas e atividades econômicas que ainda têm pouco acesso ao mercado segurador. “O cooperativismo pode contribuir para levar proteção a quem hoje ainda está descoberto. Temos presença nas comunidades, proximidade com os cooperados e conhecimento das diferentes realidades econômicas. Esse conjunto de características abre espaço para ampliar a inclusão securitária no Brasil”, afirmou. 

Novo cenário para o cooperativismo 

O debate ocorreu em meio às mudanças promovidas pela Lei Complementar 213/2025, que ampliou as possibilidades de atuação das cooperativas no mercado de seguros, e pela regulamentação posterior do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP). 

Na avaliação de Hugo, o avanço do setor depende de um ambiente regulatório que combine segurança com o reconhecimento das particularidades do modelo cooperativista. “Precisamos de um ambiente regulatório seguro, mas que também reconheça a identidade e a forma de organização das cooperativas. O desafio é permitir que esses modelos sejam viáveis e sustentáveis e, ao mesmo tempo, tenham condições de ampliar a oferta de proteção para a sociedade”, explicou. 

Outro ponto destacado foi a possibilidade de integração entre diferentes ramos do cooperativismo. Nesse cenário, as cooperativas de crédito podem desempenhar papel importante por sua capilaridade e presença em diferentes regiões do país. “As cooperativas de crédito têm uma capilaridade muito relevante e podem contribuir para impulsionar o cooperativismo de seguros. A intercooperação é uma das oportunidades que esse novo ambiente nos oferece”, acrescentou.  

Concorrência e inclusão 

A entrada de novos participantes e os possíveis efeitos sobre a concorrência também estiveram entre os temas discutidos. Hugo ressaltou que a expansão das cooperativas pode contribuir para aumentar a oferta de produtos, mas também para alcançar públicos que ainda possuem baixa cobertura securitária. “Não se trata apenas de dividir um mercado que já existe. Existe a possibilidade de ampliar esse mercado, alcançar novos públicos e fortalecer a cultura de proteção no país. É aí que o cooperativismo pode dar uma contribuição importante”, completou. 

Além de Hugo, participaram do painel Vinicius Brandi, do Ministério da Fazenda e membro do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), e Carlos Queiroz, diretor da Susep. A moderação foi conduzida por Adriana Toledo, presidente do Conselho de Recursos do Sistema Nacional de Seguros Privados (CRSNSP).  

Realizado no Salão Nobre da Faculdade de Direito da USP, em São Paulo, o II Seminário Jurídico de Seguros reuniu especialistas e representantes do setor ao longo do dia. Além de regulação e concorrência, o evento promoveu debates sobre saúde suplementar; seguro de vida e integridade física; seguro de danos e responsabilidade civil; grandes riscos; e resseguro. 

Saiba Mais: 

Conteúdos Relacionados

Image
SISTEMA OCB © TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.