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30/10/2026

Coopera+Amazônia amplia participação das cooperativas na governança

Sistema OCB participa da posse de representantes do movimento em comitê do projeto  A participação das cooperativas nas decisões sobre o desenvolvimento de seus territórios ganhou um novo espaço nesta quinta-feira (29), com a posse de representantes do movimento no Comitê de Governança do Coopera+Amazônia. A cerimônia foi realizada na sede do Sebrae Nacional, em Brasília, e contou com a participação da superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta.  Lançado em novembro de 2025, durante a COP30, em Belém (PA), o projeto reúne instituições públicas e organizações do cooperativismo para fortalecer empreendimentos coletivos ligados à sociobiodiversidade amazônica. A iniciativa prevê atender 50 cooperativas e cerca de 6 mil famílias no Acre, Amazonas, Maranhão, Pará e Rondônia, com ações voltadas à organização produtiva, à agregação de valor e à ampliação do acesso a mercados.  O Sistema OCB contribui para a construção do projeto desde 2024, com conhecimentos em governança e gestão, organização da produção e acesso a mercados. Para Fabíola, a entrada de representantes das cooperativas no comitê é um passo importante para aproximar as decisões da realidade de quem está na ponta.  “Quando as cooperativas participam diretamente da governança, elas ajudam a definir os caminhos do projeto a partir de suas próprias experiências e necessidades. O cooperativismo tem muito a contribuir para transformar o potencial da sociobiodiversidade amazônica em oportunidades de renda e desenvolvimento, respeitando os conhecimentos tradicionais e mantendo a floresta em pé”, afirmou.    Representação  Com a posse, Anderson Uruam Suruí, representante da Coopsur, de Cacoal (RO), assume como titular no comitê, enquanto Maria Divina Lopes, da Coomara, de Imperatriz (MA), passa a ocupar a suplência. A representação amplia a presença das próprias cooperativas no espaço de governança, que reúne também o Sistema OCB, o Sebrae, os ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), além da União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes).  A cerimônia também prestou homenagem a Maria Domingas Marques Pinto, da Coobavida, de Itapecuru-Mirim (MA), quebradeira de coco babaçu e representante no Fórum das Cooperativas. A homenagem reconheceu a contribuição das mulheres que, por meio do trabalho coletivo e da preservação de saberes tradicionais, movimentam a economia de seus territórios.  “Fortalecer o cooperativismo amazônico é também valorizar as pessoas que fazem esse trabalho acontecer todos os dias. São as cooperativas e suas comunidades que conhecem os desafios locais e as possibilidades de cada cadeia produtiva. Por isso, o compromisso do Sistema OCB é seguir ao lado dessas organizações, contribuindo para que tenham melhores condições de produzir, crescer e acessar novos mercados”, destacou Fabíola.    Apoio à produção e à geração de renda  Coordenado pelo Sebrae em parceria com o MDIC, o Coopera+Amazônia reúne instituições como o Sistema OCB, MMA, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), MDA, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Unicafes. O projeto atua em cadeias produtivas como as do babaçu, do açaí, do cupuaçu e da castanha-do-brasil.  Em julho de 2026, foram formalizados R$ 103 milhões para a execução da iniciativa ao longo de quatro anos, com recursos provenientes do Fundo Amazônia, responsável por 97% do total, e do Sebrae, que aporta os outros 3%.  Além do comitê, o projeto conta com o Fórum das Cooperativas, que reúne representantes estaduais e busca ampliar a articulação entre os empreendimentos participantes. A proposta é fortalecer a atuação coletiva e criar condições para que as cooperativas ampliem sua participação nos mercados.    Saiba Mais:  Sistema OCB acompanha lançamento de cadastro para o Censo Agropecuário  Sistema OCB leva pesquisa inédita a congressos internacionais  Conhecer para Cooperar: troca de experiências fortalece Ramo Crédito
Coopera+Amazônia amplia participação das cooperativas na governança
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30/10/2026

COP31 se aproxima e coop brasileiro prepara participação

Sistema OCB volta à conferência para apresentar soluções e ampliar o diálogo sobre sustentabilidade  Faltam poucos dias para o início da COP31, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que começa dia 9 de novembro, em Antalya, na Turquia. O Sistema OCB estará presente, ao lado de cooperativas brasileiras, para mostrar como o cooperativismo contribui para enfrentar os desafios da atualidade e promover o desenvolvimento sustentável. A participação deste ano conta com painéis em diferentes espaços da conferência, com discussões sobre temas como transição energética, financiamento climático, bioeconomia, seguros, transporte e sustentabilidade no agronegócio.     O legado da COP30  A nova participação dá continuidade ao trabalho realizado em 2025, quando o cooperativismo brasileiro teve presença expressiva na COP30, em Belém (PA). Durante duas semanas, o movimento ocupou espaços na Blue Zone, Green Zone e Agri Zone, além de participar de agendas temáticas, como as da Casa do Seguro. A programação levou ao público experiências e soluções ligadas à bioeconomia, ao financiamento climático, à energia renovável, à agricultura de baixo carbono e à segurança alimentar. 36 cooperativas brasileiras estiveram representadas por seus delegados, enquanto outras 67 tiveram suas experiências apresentadas na programação. Ao todo, foram realizados 34 painéis e 17 oficinas. A presença também abriu oportunidades para ampliar o diálogo com governos, organismos internacionais e instituições financeiras. Ao longo da conferência, as cooperativas apresentaram experiências que conectam conservação ambiental, geração de renda e desenvolvimento dos territórios, além de evidenciar como a organização coletiva pode contribuir para a transição climática.  Outro resultado importante foi o avanço de articulações e acordos de cooperação técnica com instituições públicas e privadas, voltados a áreas como bioeconomia, agricultura de baixo carbono, energias renováveis, manejo florestal sustentável e finanças verdes.   Outro legado importante foi a consolidação de uma agenda propositiva. Por meio do Manifesto do Cooperativismo Brasileiro para a COP30, foram apresentadas propostas organizadas em cinco grandes eixos: segurança alimentar e agricultura de baixo carbono; financiamento climático; transição energética; bioeconomia; e adaptação e gestão de riscos climáticos. Essas propostas continuam orientando a atuação institucional e contribuem para o posicionamento que será levado à COP31.    De Belém a Antalya  Na COP31, o objetivo é dar continuidade a essa agenda e ampliar a visibilidade das soluções desenvolvidas pelas cooperativas brasileiras. Os debates previstos vão abordar desde o acesso a recursos para iniciativas climáticas até o uso sustentável da biodiversidade e a construção de sistemas produtivos mais resilientes.  “Os desafios climáticos exigem soluções que considerem as diferentes realidades dos territórios. As cooperativas têm muito a contribuir nesse processo, porque unem pessoas, conhecimento e capacidade de organização para promover mudanças na prática. Queremos mostrar essa diversidade de experiências e fortalecer as conexões que permitam levar essas iniciativas ainda mais longe”, destaca a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella.      Saiba Mais:  Comitiva da Ocepar visita Sistema OCB para agenda de educação política  Sistema OCB leva pesquisa inédita a congressos internacionais  Pesquisa de imagem orienta estratégias de comunicação do cooperativismo 
COP31 se aproxima e coop brasileiro prepara participação
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29/10/2026

Pesquisa de imagem orienta estratégias de comunicação do cooperativismo

Resultados e iniciativas são destaques durante encontro de comunicadores da Unimed Federação Minas  Nesta terça-feira (27), o Sistema OCB participou do Encontro de Comunicação e Marketing das Unimeds de Minas Gerais.  Representada pela gerente de Comunicação e Marketing, Samara Araujo, a entidade  levou ao evento uma reflexão importante: como transformar o reconhecimento do cooperativismo em mais valorização e preferência da sociedade por esse modelo de negócio?   A partir dos resultados da Pesquisa de Imagem do Cooperativismo 2026, Samara apresentou dados sobre a percepção dos brasileiros e compartilhou estratégias adotadas pelo Sistema OCB para ampliar a visibilidade do movimento.  Realizada com 5.955 pessoas de diferentes regiões do país, a terceira edição da pesquisa mostra que o conhecimento espontâneo sobre cooperativas vem crescendo. Em 2018, 29% dos entrevistados conseguiam citar uma cooperativa sem receber opções como referência. Em 2023, o percentual chegou a 55% e, em 2026, alcançou 66,8%.  “O levantamento nos permite entender o quanto a população conhece o cooperativismo, quais atributos são associados a esse modelo e como essa percepção influencia suas escolhas. Com esses dados, conseguimos acompanhar os avanços na imagem do setor e identificar oportunidades para comunicar melhor os diferenciais do cooperativismo e ampliar seu reconhecimento pela sociedade”, explicou a gerente.  Entre os atributos relacionados ao cooperativismo, 33% dos participantes destacaram a colaboração e a união entre os cooperados. A capacidade de gerar prosperidade para a comunidade foi citada por 21,2%, enquanto a distribuição de renda apareceu em 19,9% das respostas. Preço justo, sustentabilidade e responsabilidade ambiental também foram mencionados.  A pesquisa investigou ainda a influência da origem cooperativista nas decisões de compra. Ao todo, 60,7% dos entrevistados afirmaram que comprariam ou considerariam comprar um produto ou serviço por ele ser de uma cooperativa. Entre os que responderam positivamente, 97,8% disseram que comprariam dessa cooperativa.    Comunicação para aproximar a sociedade do coop  Durante a apresentação, Samara também compartilhou a trajetória das campanhas do movimento SomosCoop, iniciativa de comunicação do Sistema OCB voltada a ampliar o conhecimento e o reconhecimento do cooperativismo no Brasil.  A mobilização envolve as próprias cooperativas, que podem aderir ao uso do carimbo SomosCoop em seus produtos e materiais de comunicação. Em 2026, contabilizamos cerca de 1.700 cooperativas engajadas no movimento, reforçando a presença da identidade SomosCoop junto ao público.  Outro exemplo apresentado foi o de Press Trip, iniciativa que aproxima jornalistas das experiências cooperativistas e ajuda a levar essas histórias a novos públicos. Em 2026, a ação resultou em 19 reportagens, sendo 13 em veículos impressos e digitais e seis em televisão, com valor estimado de mídia de R$ 4,6 milhões.  “Monitorar a imagem do cooperativismo no Brasil é essencial para orientar as nossas estratégias de comunicação, identificar oportunidades e avaliar os resultados das iniciativas do movimento SomosCoop, garantindo decisões mais assertivas e maior efetividade na valorização do cooperativismo junto à sociedade”, finalizou Samara.    Saiba Mais:  Sistema OCB acompanha lançamento de cadastro para o Censo Agropecuário  Sistema OCB leva pesquisa inédita a congressos internacionais  Conhecer para Cooperar: troca de experiências fortalece Ramo Crédito 
Pesquisa de imagem orienta estratégias de comunicação do cooperativismo
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28/10/2026

Sistema OCB leva pesquisa inédita a congressos internacionais

Painéis no Chile e na Espanha apresentam evidências brasileiras sobre cultura, identidade e renovação  O cooperativismo brasileiro estará presente em dois dos principais congressos acadêmicos internacionais dedicados ao setor, em novembro. O Sistema OCB participará do XIV Encontro de Investigadores Latino-americanos em Cooperativismo (EILAC), em Santiago, no Chile, e da ICA CCR Europe Research Conference 2026, em Valência, na Espanha. Realizados praticamente na mesma semana, os encontros serão espaços para compartilhar evidências produzidas no Brasil sobre cultura cooperativista, identidade, juventude e sucessão.  As duas participações terão como ponto de partida a Pesquisa Nacional de Cultura Cooperativista, maior investigação já realizada sobre o tema no país. O estudo ouviu 9.761 pessoas nas 27 unidades da Federação e realizou 46 entrevistas em profundidade em 37 cooperativas. Conduzida entre outubro de 2025 e abril de 2026, a pesquisa combinou métodos quantitativos e qualitativos para construir um diagnóstico abrangente sobre a cultura do movimento cooperativista brasileiro.  Os resultados serão apresentados internacionalmente a partir de dois recortes complementares. Em Santiago, o debate estará concentrado nas condições necessárias para ampliar o pertencimento e o protagonismo dos jovens nas cooperativas. Em Valência, o foco será o modelo brasileiro desenvolvido para diagnosticar e fortalecer a cultura e a identidade cooperativistas.    Juventude e sucessão em debate no Chile  Nos dias 3 e 4 de novembro, a Universidad Central de Chile, em Santiago, recebe o XIV EILAC. Com o tema Cooperativas em tempos de policrise: laboratórios de esperança e democracia, o encontro reunirá pesquisadores, especialistas e representantes do movimento cooperativista latino-americano.  O Sistema OCB, representado pelo Analista de Relações Internacionais Enzo de Castro, promoverá o painel Cooperativismo e Juventude: condições, experiências e agenda para a inserção qualificada, com participação do Escritório Regional da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para a América Latina e o Caribe e da Aliança Cooperativa Internacional das Américas (ACI Américas).  A proposta é discutir as condições que favorecem a participação qualificada das novas gerações e ajudam a transformar as cooperativas em ambientes de pertencimento, sucessão e protagonismo juvenil. O debate combinará a perspectiva regional apresentada pela FAO com evidências brasileiras produzidas pelo Sistema OCB e informações da Aliança Cooperativa Internacional para as Américas (ACI Américas).  Os dados da Pesquisa Nacional de Cultura Cooperativista contribuem para compreender como fatores relacionados à participação, identificação com o modelo, governança e geração de valor influenciam a relação das novas gerações com as cooperativas. A discussão também permitirá conectar a experiência brasileira aos desafios enfrentados pelo cooperativismo em outros países da região.    Framework brasileiro será apresentado na Espanha  Na mesma semana, entre os dias 3 e 6 de novembro, a Universitat Politècnica de València (UPV), na Espanha, recebe a ICA CCR Europe Research Conference 2026. Promovido no âmbito da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), o congresso terá como tema Cooperative Enterprises for Shared Progress: Addressing Global Challenges Together (Empresas Cooperativas para o Progresso Compartilhado: Enfrentando Desafios Globais em Conjunto).  O Sistema OCB será representado pelo analista de Estudos Econômicos Arthur Nery, responsável pela apresentação do trabalho  Who sees the cooperative culture? Evidence from Brazil's first national survey of cooperative identity (Quem vê a cultura cooperativista? Evidências da primeira pesquisa de identidade cooperativa).  A participação mostrará como o cooperativismo brasileiro estruturou um modelo nacional baseado em evidências para conhecer, diagnosticar e fortalecer sua própria cultura. A pesquisa foi construída em torno de cinco dimensões: governança democrática; essência cooperativista; geração de valor e reciprocidade; impacto social; e sentimento de pertencimento.  Esse diagnóstico também sustenta o CulturaCoop, iniciativa do Sistema OCB que transforma o conhecimento produzido pela pesquisa em ações voltadas ao desenvolvimento das cooperativas. O programa reúne pilares de conhecimento, diagnóstico, formação e engajamento.  A experiência brasileira permite levar ao ambiente acadêmico internacional uma abordagem que combina pesquisa em escala nacional e aplicação prática dos resultados, criando instrumentos para que as cooperativas compreendam sua cultura, identifiquem oportunidades de desenvolvimento e fortaleçam os elementos que sustentam sua identidade.    Uma pesquisa, dois olhares para o futuro  A participação nos dois congressos reforça, segundo Guilherme Costa, gerente do Núcleo de Inteligência e Inovação do Sistema OCB, a conexão entre cultura, identidade e renovação geracional. “Em Santiago, as evidências ajudam a aprofundar o debate sobre juventude e sucessão. Em Valência, sustentam a apresentação de um framework estruturado para compreender e fortalecer a cultura cooperativista”, afirma.  Ainda de acordo com ele, ao levar a mesma base de conhecimento a dois fóruns internacionais na mesma semana, o Sistema OCB amplia o intercâmbio entre a experiência brasileira e a produção acadêmica internacional. “Os debates também abrem espaço para compartilhar metodologias e aprendizados que podem contribuir para outros contextos cooperativistas”, acrescenta.  Para Guilherme, a presença nos encontros reforça ainda a produção de conhecimento como ferramenta para compreender as transformações do movimento e orientar seu desenvolvimento. “A partir de uma pesquisa que alcançou todas as regiões do Brasil, o cooperativismo brasileiro chega ao debate internacional com evidências próprias e uma experiência concreta de aplicação dos resultados em iniciativas voltadas à cultura, à identidade e à preparação das próximas gerações”, conclui.      Saiba Mais:  Sistema OCB acompanha lançamento de cadastro para o Censo Agropecuário Conhecer para Cooperar: troca de experiências fortalece Ramo Crédito Portas abertas: Sistema OCB recebe produtores da Aurora Coop  
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28/10/2026

Sistema OCB acompanha lançamento de cadastro para o Censo Agropecuário

Ferramenta do IBGE permite atualizar a base necessária para o levantamento nacional previsto para 2027  O Sistema OCB acompanhou, nesta terça-feira (27), no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a apresentação das ações do Censo experimental do 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola e o lançamento nacional do Cadastro prévio de estabelecimentos agropecuários. Desenvolvida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a ferramenta permitirá atualizar a base de dados que dará suporte à coleta de informações prevista para 2027.                                                        Foto: Carlos Silva /MAPA O cadastro poderá ser preenchido por produtores rurais e instituições parceiras, incluindo cooperativas, associações, sindicatos rurais e escritórios de contabilidade. A participação dessas organizações é importante para ampliar a atualização das informações sobre os estabelecimentos agropecuários e contribuir para a preparação do levantamento nacional.  O evento reuniu o secretário de Política Agrícola do Mapa, Guilherme Campos; a presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Silvia Massruhá; e o presidente do IBGE, Márcio Pochmann, além de representantes de instituições ligadas ao setor.  Durante a apresentação, Guilherme Campos destacou que os dados do Censo são fundamentais para compreender a realidade do campo brasileiro e orientar a formulação de políticas públicas. O levantamento permitirá reunir informações sobre produtores de diferentes portes, localidades e atividades agropecuárias.  Pochmann ressaltou a contribuição histórica dos censos para o conhecimento do país e a importância das informações para analisar as transformações da agricultura e da pecuária. Já Silvia Massruhá enfatizou o papel dos dados no desenvolvimento de pesquisas, na inovação e na avaliação de políticas públicas.    Cooperativas podem contribuir para a atualização cadastral  O Cadastro prévio de estabelecimentos agropecuários ficará disponível de outubro de 2026 à agosto de 2027, na página oficial do IBGE, com acesso por meio de uma conta gov.br. Além do preenchimento individual pelos produtores, as instituições parceiras poderão participar com um perfil institucional para registro de estabelecimentos vinculados ou para encaminhar informações consolidadas, conforme os procedimentos definidos pelo IBGE.  A ferramenta tem finalidade exclusivamente estatística e não substitui registros como o Cadastro Ambiental Rural (CAR) e o Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR).  As informações reunidas ajudarão o IBGE a organizar o trabalho de campo, identificar os estabelecimentos que deverão integrar o levantamento e planejar a coleta nacional. Os resultados também servirão de referência para estudos, planejamento setorial e elaboração de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural.    Censo Experimental começa em novembro  Antes da operação nacional, o IBGE realizará o Censo Experimental entre 3 de novembro e 4 de dezembro de 2026. A etapa testará, em condições reais, os sistemas tecnológicos, a logística, o treinamento das equipes e as metodologias de coleta. O objetivo é identificar ajustes necessários para o levantamento de 2027.    Saiba Mais:  Encontro online esclarece mudanças na jornada de trabalho  Uniodonto reúne lideranças para fortalecer a cultura cooperativista  Portas abertas: Sistema OCB recebe produtores da Aurora Coop 
Sistema OCB acompanha lançamento de cadastro para o Censo Agropecuário
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26/10/2026

Conhecer para Cooperar: troca de experiências fortalece Ramo Crédito

Visitas em Rondônia e Mato Grosso abordaram sobre gestão, desenvolvimento regional e impacto social
Conhecer para Cooperar: troca de experiências fortalece Ramo Crédito
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22/10/2026

Portas abertas: Sistema OCB recebe produtores da Aurora Coop

Visita aproximou produtores das ações de representação e desenvolvimento da Casa do Cooperativismo  Produtores rurais da Aurora Coop estiveram na Casa do Cooperativismo, em Brasília, nesta quarta-feira (21), para conhecer de perto o trabalho realizado pelo Sistema OCB na defesa e no desenvolvimento do cooperativismo brasileiro. A visita fez parte do Programa Portas Abertas da cooperativa, iniciativa que reconhece produtores de destaque na atividade suinícola e promove experiências institucionais na capital federal.  A abertura do encontro foi conduzida pela superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta, que explicou como a atuação da entidade se conecta à realidade dos produtores e às necessidades das cooperativas. Ela destacou que conhecer os desafios enfrentados no campo é fundamental para orientar o trabalho de representação institucional.  “Vocês estão lá na produção, no dia a dia do campo, e a gente está aqui para fazer com que as cooperativas sejam respeitadas nas legislações, nas políticas públicas e nas oportunidades de financiamento. Por isso, precisamos saber o que precisam e o que está dificultando a vida de vocês na ponta, para podermos fazer essa defesa aqui em Brasília”, afirmou.  Fabíola também explicou que esse trabalho envolve o diálogo com as cooperativas e a atuação junto aos poderes públicos, tanto no âmbito federal quanto nos estados. Entre os temas acompanhados estão crédito rural, , questões tributárias, questões sanitárias e políticas ambientais, que impactam diretamente as atividades e o desenvolvimento dos negócios cooperativos.  Além da representação institucional, a superintendente apresentou a atuação do Sistema OCB na capacitação e no desenvolvimento das cooperativas, com cursos e materiais voltados à formação cooperativista e às necessidades dos diferentes ramos. Ela ressaltou que o trabalho busca atender aos interesses dos milhões de brasileiros que integram o movimento cooperativista.    Cooperativismo agropecuário  Na sequência, o analista do ramo Agropecuário do Sistema OCB, José Fernando Resende Silva, apresentou dados do Anuário Coop 2026 sobre a participação do setor na economia brasileira. Os números mostram a dimensão do cooperativismo agropecuário e sua contribuição para a geração de renda, empregos e desenvolvimento no país. O ramo reúne 1.254 cooperativas e mais de 1,13 milhão de cooperados, além de gerar 277.226 empregos. Em 2026, os dados mostram R$ 487,3 bilhões em ingressos, R$ 340 bilhões em ativos e R$ 29,25 bilhões em sobras.  Os indicadores ajudam a dimensionar a presença das cooperativas agropecuárias na economia e a importância de um ambiente favorável ao crescimento dessas organizações. No segmento de proteína animal, o modelo cooperativista tem papel relevante na articulação entre produtores, distribuição de insumos, industrialização e acesso aos mercados.    Conexão   A visita integra a programação do Programa Portas Abertas da Aurora Coop, que leva produtores reconhecidos pelo desempenho na suinocultura a Brasília para conhecer instituições ligadas ao cooperativismo e à atividade produtiva.  Formada por 14 cooperativas filiadas, com atuação em Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul, a Aurora Coop é uma das principais referências do cooperativismo agropecuário brasileiro, especialmente na produção e industrialização de proteína animal.    Saiba Mais:  O Agro É Delas: Tania Zanella debate liderança feminina no coop  InovaCoop leva pesquisa, cases e conexões ao WCM 2026  Encontro nacional do Sicredi foca na atuação dos Comitês de Sustentabilidade 
Portas abertas: Sistema OCB recebe produtores da Aurora Coop
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22/10/2026

Sistema OCB apresenta pesquisa de inovação em encontro no Paraná

Guilherme Costa compartilhou resultados da nova edição durante evento promovido pelo Sistema Ocepar  Como transformar a disposição para inovar em resultados concretos? Entre os dias 15 e 16 de outubro aconteceu o Encontro Estadual de Inovação, promovido pelo Sistema Ocepar. Com o tema Conexões que Impulsionam, o encontro discutiu tendências, compartilhou experiências e explorou caminhos para fortalecer a inovação no cooperativismo.  Representando o Sistema OCB, Guilherme Costa, gerente do Núcleo de Inteligência e Inovação, levou essa questão ao debate e  apresentou os resultados da terceira Pesquisa de Inovação no Cooperativismo Brasileiro. O levantamento reúne respostas de 1.340 participantes e mostra que 77% das cooperativas se consideram abertas à inovação em algum grau.   O estudo também identifica desafios para transformar essa disposição em iniciativas efetivas, como a falta de orçamento, a resistência à mudança e a ausência de estruturas dedicadas ao tema. “Nosso maior desafio agora é instrumentalizar. As cooperativas já reconhecem a importância da inovação; precisamos ampliar o acesso a métodos, ferramentas e capacidades que permitam transformar essa disposição em resultados concretos”, afirmou o gerente.   Os dados ajudam a compreender o estágio atual da inovação no setor e apontam oportunidades para ampliar o acesso a conhecimento, ferramentas e mecanismos de apoio. A pesquisa também identificou a capacitação e a formação como as principais demandas das cooperativas ao Sistema OCB, seguidas pela conexão com parceiros e pelo compartilhamento de boas práticas.  Além dos resultados do levantamento, Jennifer Teixeira, consultora da ABGI, apresentou caminhos para que as cooperativas encontrem recursos e tirem projetos inovadores do papel. A apresentação abordou diferentes fontes de fomento disponíveis no país e destacou o Radar de Financiamento do InovaCoop, ferramenta que reúne oportunidades de editais, linhas de crédito, subvenções e programas de incentivo voltados à inovação.                              Foto: Sistema Ocepar/ Roberto Souza e Reginaldo Borguezan O acesso a essas informações pode ajudar as cooperativas a identificar oportunidades compatíveis com suas iniciativas e a estruturar projetos para buscar apoio financeiro, ampliando as condições para desenvolver novas soluções.    Pessoas e conexões  A programação também trouxe reflexões sobre o papel das pessoas na transformação dos negócios. Na abertura, Leandro Macioski, gerente de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR, relembrou a trajetória do programa de inovação da instituição, iniciado em 2017, e destacou a mudança cultural necessária para avançar nessa agenda.  A palestra de Junior Borneli, fundador da StartSe, ampliou o debate para os impactos das transformações tecnológicas. Inspirado em seu livro A Marcha da Irrelevância, o especialista apresentou a Teoria das Implicações, segundo a qual os efeitos das inovações sobre a sociedade e os modelos de negócio merecem tanta atenção quanto as próprias tecnologias.  Ao longo dos dois dias, o encontro promoveu a troca de experiências e reforçou a importância de conectar pessoas, conhecimentos e iniciativas para transformar ideias em soluções aplicáveis ao dia a dia das cooperativas, com potencial para fortalecer a competitividade do setor.     Saiba Mais:  Uniodonto reúne lideranças para fortalecer a cultura cooperativista Sistema OCB e ANTT discutem demandas do Cooperativismo Portas abertas: Sistema OCB recebe produtores da Aurora Coop
Sistema OCB apresenta pesquisa de inovação em encontro no Paraná
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22/10/2026

Uniodonto reúne lideranças para fortalecer a cultura cooperativista

Sistema OCB participa e destaca importância da participação e da formação de novas lideranças   O Sistema OCB participou da abertura da 34ª Convenção Nacional Uniodonto com uma mensagem importante: a história de uma cooperativa não se resume à sua origem. Ela também depende de como seus valores são transmitidos às novas gerações e de como os cooperados participam das decisões.  O evento começou nesta nesta quarta-feira (21), em Gramado (RS), com o tema Origens que Conectam.  Representando a instituição, a gerente geral do Sistema OCB, Clara Pedroso Maffia, falou sobre a importância de manter viva a cultura cooperativista e transformar esse compromisso em parte da gestão. A solenidade reuniu dirigentes das Uniodontos de todo o país e lideranças dos sistemas Ocesp e Ocergs.  Clara também destacou a eleição de José Alves de Souza Neto, diretor presidente da Uniodonto do Brasil, para a presidência da Aliança Cooperativa Internacional para as Américas (ACI Américas), no mandato 2026–2030.    Agenda de gestão  Ao falar sobre o futuro do cooperativismo, Clara destacou os resultados de pesquisa realizada pelo Sistema OCB com quase 10 mil participantes em todo o país. O levantamento mostrou que aproximadamente 90% dos cooperados querem continuar na cooperativa por muito tempo, mas também apontou desafios para a participação nas assembleias e na integração de novos membros.  “Precisamos pensar em como estamos recebendo quem chega, incentivando a participação e preparando as próximas lideranças. Será que o dentista que acabou de se formar conhece a história da Uniodonto da sua cidade? Como estamos preparando quem vai dar continuidade a esse legado daqui a dez anos? A cultura cooperativista se constrói no dia a dia, criando oportunidades para que cada cooperado conheça, viva e ajude a manter esse propósito”, afirmou.  Para apoiar esse trabalho, o Sistema OCB oferece, por meio de suas organizações estaduais, soluções como Legado, Educação Cooperativista e Futuras Lideranças. As iniciativas ajudam as cooperativas a trabalhar temas como identidade, participação e continuidade da gestão.  A convenção da Uniodonto segue com debates sobre cultura cooperativista, atração e retenção de cooperados, governança, liderança e sustentabilidade até sexta-feira (23).    Saiba Mais:  O Agro É Delas: Tania Zanella debate liderança feminina no coop  InovaCoop leva pesquisa, cases e conexões ao WCM 2026  Encontro nacional do Sicredi foca na atuação dos Comitês de Sustentabilidade
Uniodonto reúne lideranças para fortalecer a cultura cooperativista
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22/10/2026

Sistema OCB e ANTT discutem demandas do Cooperativismo

Reunião abordou desafios regulatórios, fiscalização e custos operacionais do setor  O Sistema OCB se reuniu nesta quarta-feira (21) com as Superintendências da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para apresentar demandas de cooperativas de transporte e agropecuárias relacionadas à regulamentação do setor. O encontro também tratou de dificuldades envolvendo o Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), a fiscalização eletrônica, o Piso Mínimo do Frete e os custos das operações logísticas.  A agenda foi solicitada pelo Conselho Consultivo do Ramo Transporte do Sistema OCB e pelo Sistema Ocepar, diante de dúvidas e entraves operacionais relatados pelas cooperativas após mudanças regulatórias recentes. O objetivo foi buscar soluções técnicas que tragam mais segurança jurídica e considerem as particularidades do modelo cooperativo.  Durante a reunião, a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, ressaltou a importância de aproximar a agência reguladora das cooperativas. “Precisamos de regras claras e condições para que as cooperativas possam trabalhar com tranquilidade. Nosso papel é levar à ANTT as dificuldades enfrentadas no dia a dia e construir, em conjunto, soluções que garantam o cumprimento das normas sem criar obstáculos desnecessários para quem movimenta a produção e atende milhares de cooperados”, afirmou.    Clareza nas regras  Um dos assuntos discutidos foi a necessidade de considerar as particularidades das cooperativas de transporte na aplicação das regras. A preocupação é evitar que elas sejam tratadas da mesma forma que outros tipos de transportadores, sem levar em conta como funcionam e quais são suas responsabilidades. O tema ganhou importância com a ampliação das exigências relacionadas ao Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT).  A fiscalização eletrônica também esteve na pauta. As cooperativas relataram dificuldades para consultar informações sobre multas, entender os motivos das autuações e acompanhar os prazos para apresentar recursos. A proposta é tornar os procedimentos mais claros e facilitar a correção de erros, garantindo que as cooperativas tenham acesso às informações necessárias para o cumprimento do rito de defesa prévia.  Outras situações do dia a dia também foram apresentadas, como cobranças de pedágio sobre eixos suspensos em veículos vazios, problemas com sistemas de pagamento e dificuldades para emitir guias e parcelar débitos. São questões que, segundo as demandas levadas à agência, podem aumentar os custos e dificultar a operação das cooperativas.    Metodologia do Piso do frete e planejamento do transporte  Em relação a atualização regulatória do Piso Mínimo de Frete, o Sistema OCB defendeu que a metodologia de cálculo esteja adequada, considerando as particularidades de cada operação, já que o transporte de cargas não funciona da mesma maneira em todas as regiões e atividades.  No caso das cooperativas agropecuárias, há particularidades como o transporte de leite, ração, animais vivos e produtos florestais, além de operações que envolvem várias coletas ao longo do percurso. Essas características precisam, conforme solicitado pelo Sistema OCB, ser consideradas na avaliação dos custos e das condições de transporte.  A reunião também abordou a participação do cooperativismo no planejamento logístico do país para as próximas décadas. A proposta é aproximar o Sistema OCB da ANTT, do Ministério dos Transportes e da Infra S.A. na construção de iniciativas ligadas ao Plano Nacional de Logística 2050.    Saiba Mais:  Lideranças do Sistema OCB discutem IA, proteção e cultura no WCM  Tania Zanella integra lista da Forbes de mulheres poderosas do agro  Pesquisa mostra avanços e gargalos da inovação nas coops brasileiras
Sistema OCB e ANTT discutem demandas do Cooperativismo
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22/10/2026

Encontro online esclarece mudanças na jornada de trabalho

Principais pontos das novas regras, prazos de adaptação e desafios para as cooperativas foram destaque  O Sistema OCB reuniu, nesta quinta-feira (22), representantes das Organizações Estaduais de Cooperativas (OCEs) e de cooperativas de diferentes ramos para esclarecer dúvidas sobre as mudanças na jornada de trabalho e os impactos para o setor. Com mais de 350 participantes, o encontro online apresentou as novas regras, os prazos de implementação e os pontos que exigem atenção das áreas trabalhistas e jurídicas das cooperativas.  A reunião foi aberta pela superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta, que contextualizou a atuação da entidade diante das discussões sobre a jornada de trabalho e explicou que o encontro faz parte de um esforço para manter o cooperativismo informado e preparado para as mudanças. Ela também adiantou que a agenda terá continuidade, à medida que novas definições e orientações forem divulgadas. “Esse é um primeiro encontro para tratar dos assuntos mais urgentes, mas teremos outros momentos para conversar sobre a aplicabilidade e as novidades que forem surgindo”, explicou Fabíola.  O que muda na jornada de trabalho  Na sequência, Bruno Vasconcelos, coordenador de relações trabalhistas e sindicais da CNCoop, apresentou os principais pontos da Emenda Constitucional 141/2026, promulgada em 16 de outubro, que reduz o limite da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial, e estabelece dois dias de repouso semanal remunerado.  A mudança será implementada em duas etapas. A partir de 16 de dezembro de 2026, o limite passa a ser de 42 horas semanais, com a garantia da segunda folga remunerada. Em 16 de dezembro de 2027, o teto será reduzido para 40 horas semanais, mantendo-se os dois dias de descanso.  Durante a apresentação, Bruno esclareceu que as escalas diferenciadas, como a 12x36 e a 6x1 não estão automaticamente proibidas, mas a continuidade dependerá de regulamentação prevista na Emenda Constitucional e desde que  seja assegurada a média de dois repousos semanais remunerados. A escala 5x2 passa a ser a referência constitucional, mas outras formas de distribuição da jornada poderão ser adotadas, desde que respeitem os limites e as condições previstos na Emenda.  Outro ponto abordado foi a manutenção dos salários. A nova regra veda a redução salarial e exige atenção aos efeitos da mudança sobre o custo da hora trabalhada, as horas extras e as parcelas variáveis da remuneração.    Negociação coletiva e preparação das cooperativas  A apresentação tratou da necessidade de revisar acordos e convenções coletivas. Cláusulas incompatíveis com as novas regras de jornada e repouso perderão eficácia a partir de 16 de dezembro de 2026, enquanto as demais disposições permanecem válidas. Por isso, a orientação é antecipar as negociações e avaliar as escalas praticadas, os regimes de compensação, os bancos de horas e as particularidades de cada operação.  Bruno também apontou questões que ainda dependem de regulamentação ou de interpretação jurídica, como o tratamento de escalas especiais, a compensação de jornada por acordo individual e as possíveis medidas transitórias para micro e pequenas empresas.  Para apoiar as cooperativas nesse processo, o Sistema OCB prevê a disponibilização de materiais orientativos, a realização de reuniões técnicas com federações e sindicatos do sistema sindical cooperativista e o acompanhamento de normas complementares e decisões judiciais. A atuação inclui ainda apoio técnico às negociações coletivas e a oferta de capacitações voltadas à adequação trabalhista e jurídica.  “A orientação é que cada cooperativa comece a avaliar sua realidade, considerando as jornadas praticadas, os instrumentos coletivos vigentes, os impactos financeiros e as necessidades de reorganização do trabalho. Como as mudanças envolvem diferentes áreas, o planejamento conjunto entre recursos humanos, jurídico, departamento pessoal, finanças e lideranças operacionais será importante para conduzir a transição”, destacou Bruno.    Saiba Mais:  Uniodonto reúne lideranças para fortalecer a cultura cooperativista  Sistema OCB e ANTT discutem demandas do Cooperativismo  Sistema OCB apresenta pesquisa de inovação em encontro no Paraná 
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21/10/2026

O Agro É Delas: Tania Zanella debate liderança feminina no coop

Presidente executiva participou de encontro promovido pela Globo Rural e pelo Valor Econômico, em SP  Durante o encontro nacional O Agro é Delas, que aconteceu nesta terça-feira (20), a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, falou sobre a ampliação da presença de mulheres nos espaços de decisão do agronegócio. A participação ocorreu no painel O Agro É Cooperativista, ao lado de Fabiana Alves, CEO do Rabobank no Brasil. O evento foi promovido pela Editora Globo, por meio da Globo Rural, e pelo Valor Econômico, em São Paulo.   A conversa abordou o papel das cooperativas na ampliação das oportunidades para as mulheres, com destaque para o acesso ao crédito rural, a formação para a gestão e a participação nas decisões estratégicas das propriedades e dos negócios agropecuários. A discussão também ocorreu no contexto do Ano Internacional da Mulher Agricultora, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) para 2026.  Segundo o AnuárioCoop 2026, com dados referentes a 2025, as mulheres representam 39,6% dos cooperados e 53,3% dos empregados das cooperativas brasileiras. “Os números mostram que as mulheres já tem uma presença expressiva no cooperativismo, mas ainda precisamos avançar para que essa participação se reflita nos espaços de decisão. Isso passa por ampliar as oportunidades de formação, preparar novas lideranças e criar condições para que mais mulheres assumam posições estratégicas nas cooperativas e no agronegócio”, afirmou Tania.  A trajetória da presidente executiva dentro do cooperativismo também ajuda a ilustrar esse caminho. Ela chegou ao Sistema OCB em 2008, como analista, e, em 2025, se tornou a primeira mulher a assumir a presidência executiva da instituição. Ao longo desse percurso, a formação e as oportunidades de crescimento foram importantes para que ela chegasse à liderança.    Mais mulheres nos espaços de decisão  “Para ampliar a participação feminina, o Sistema OCB conta com iniciativas como o Elas pelo Coop, que reúne 19 comitês estaduais e 330 integrantes, e a solução Futuras Lideranças, voltada à preparação de pessoas para assumir posições de gestão e governança nas cooperativas”, explicou Tania.  O tema também esteve entre as prioridades do 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC), realizado em maio de 2024, que definiu diretrizes para ampliar a presença de mulheres e jovens nos órgãos de governança, fortalecer a formação e combater o assédio e a violência contra as mulheres.  Para Tania, espaços de diálogo como O Agro É Delas são importantes para dar visibilidade aos desafios enfrentados pelas mulheres no setor e mostrar como o cooperativismo pode contribuir para ampliar sua participação nas decisões. “A troca de experiências também ajuda a inspirar novas lideranças e a construir um ambiente com mais oportunidades para as mulheres no agronegócio”, finalizou.    Saiba Mais:  Lideranças do Sistema OCB discutem IA, proteção e cultura no WCM  Tania Zanella integra lista da Forbes de mulheres poderosas do agro  Pesquisa mostra avanços e gargalos da inovação nas coops brasileiras 
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21/10/2026

Encontro nacional do Sicredi foca na atuação dos Comitês de Sustentabilidade

Sistema OCB apresentou a visão sistêmica sobre cooperativismo, governança e sustentabilidade nos negócios das cooperativas  Nesta terça-feira (20), o Sistema OCB, representado pela gerente de Desenvolvimento de Cooperativas, Débora Ingrisano, esteve presente no 6º Encontro Nacional dos Comitês de Sustentabilidade do Sicredi. Na palestra Cooperativismo, governança e sustentabilidade, Débora apresentou a estratégia de fortalecimento da cultura cooperativista e a relação desta com a  evolução da gestão cooperativista e o fortalecimento das práticas ESG, ambientais, sociais e de governança.  A apresentação percorreu três temas conectados: a cultura cooperativista, o papel da governança na tomada de decisões e a evolução da agenda de sustentabilidade no movimento. A proposta foi mostrar como esses elementos podem orientar escolhas estratégicas, contribuir para o desenvolvimento das comunidades e fortalecer a perenidade dos negócios.  Ao abordar a governança, Débora explicou a importância de conectar o trabalho dos comitês às decisões dos conselhos de administração. “Os comitês tem um papel importante na governança das cooperativas, porque aprofundam temas estratégicos, analisam informações e apresentam recomendações que ajudam os conselhos a tomar decisões mais qualificadas. Quando esse trabalho está conectado à gestão, a sustentabilidade passa a fazer parte das escolhas de longo prazo, considerando riscos, oportunidades e os impactos para a cooperativa e para a comunidade”, afirmou.    Sustentabilidade na prática  A gerente também apresentou os avanços do Sistema OCB na estruturação de uma agenda nacional de sustentabilidade, com iniciativas que apoiam cooperativas de diferentes ramos na incorporação dos critérios ESG à gestão e aos negócios.  Um dos destaques foi o diagnóstico ESG aplicado pelo Sistema OCB desde 2023. Em 2026, o levantamento registrou 52,5% de aderência aos critérios ESG entre as 188 cooperativas participantes até 14 de outubro. Outro avanço foi o mapeamento dos principais indicadores ESGpara o cooperativismo, realziado por meio de grupos de trabalhos reunindo cooperativas dos 3 graus e Organizações Estaduais do Sistema OCB. A base universal recomendada pelos grupos reúne 56 parâmetros aplicáveis a cooperativas de todos os ramos, distribuídos entre as dimensões econômica, social, ambiental e de governança. O trabalho também prevê indicadores específicos para cada ramo, respeitando as particularidades das atividades e dos negócios cooperativistas.  A iniciativa faz parte de uma agenda mais ampla, que inclui diagnóstico, devolutivas às cooperativas e organização de evidências. “O Sistema OCB também trabalha na aquisição de uma plataforma de  gestão dos indicadores de cada cooperativa, e, futuramente, o objetivo é desenvolver um rating ESGCoop, para que as cooperativas possam mensurar sua atuação e aprender umas com as outras no exercício de intercooperação”, explicou Débora.     Desenvolvimento sustentável  Durante a palestra, a gerente recuperou ainda a relação histórica entre o cooperativismo e a sustentabilidade, com destaque para o sétimo princípio do movimento, o Interesse pela Comunidade. Ele estabelece que as cooperativas trabalhem pelo desenvolvimento sustentável de suas comunidades por meio de políticas aprovadas por seus membros. “Desde sua origem no pensamento filosófico até na aplicação prática, as cooperativas sempre foram empreendimentos coletivos orientados para o desenvolvimento das comunidades. Nunca foi só sobre nós! E é por isso também que a atuação na agenda da Sustentabilidade se torna primordial, para comprovar, com indicadores qualificados, o que sempre fizemos ”, finalizou.    Saiba Mais:  Lideranças do Sistema OCB discutem IA, proteção e cultura no WCM  Tania Zanella integra lista da Forbes de mulheres poderosas do agro  Pesquisa mostra avanços e gargalos da inovação nas coops brasileiras 
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21/10/2026

InovaCoop leva pesquisa, cases e conexões ao WCM 2026

Participação no Coop Tech Summit apresentou dados, experiências e oportunidades de troca  O InovaCoop, iniciativa do Sistema OCB voltada ao desenvolvimento da inovação no cooperativismo, participou do World Coop Management (WCM 2026), no palco do Coop Tech Summit, com uma programação dedicada ao conhecimento, troca de experiências e à valorização de iniciativas inovadoras das cooperativas brasileiras.  Um dos destaques foi a apresentação da terceira Pesquisa de Inovação no Cooperativismo Brasileiro, conduzida por Guilherme Costa, gerente do Núcleo de Inteligência e Inovação do Sistema OCB. Com 1.340 respondentes, o levantamento traça um panorama da inovação nas cooperativas brasileiras e mostra que a disposição para inovar ainda convive com desafios de estrutura, planejamento e acesso a recursos.  Os dados indicam que 77% das cooperativas se consideram abertas à inovação em algum grau. Por outro lado, 37,2% não possuem uma estrutura dedicada ao tema, enquanto 33,1% deixam a responsabilidade pela inovação a cargo de profissionais que acumulam essa função com outras atividades. A falta de orçamento (51,1%) e a resistência à mudança (47,3%) aparecem entre os obstáculos mais citados para implementar novas práticas.  A pesquisa também investigou o uso da inteligência artificial. Embora 60,9% das cooperativas participantes indiquem utilizar ao menos uma solução baseada nessa tecnologia, apenas 9,4% relatam ter uma política institucional consolidada para orientar seu uso.   O levantamento ainda identificou oportunidades de ampliar o acesso ao fomento: 79,8% das cooperativas estão no início da relação com esse ecossistema, seja por desconhecer as fontes disponíveis, seja por ainda estarem começando a conhecê-las. Entre as principais demandas dirigidas ao Sistema OCB estão capacitação e formação (69,6%), conexão com parceiros (44,7%) e compartilhamento de boas práticas (42,7%).    Cases ganham espaço  A programação também abriu espaço para as experiências das cooperativas. Durante o evento, o InovaCoop realizou gravações de videocasts com cases de inovação e registrou iniciativas que mostram, na prática, como as organizações desenvolvem soluções e buscam novos caminhos para seus negócios. Os conteúdos serão publicados nas próximas semanas nos canais do InovaCoop.  Outra ação foi a oferta de retratos profissionais aos participantes do evento. A iniciativa proporcionou um espaço para a produção de fotos que podem ser utilizadas em perfis profissionais e materiais de comunicação.  A participação no evento integra a atuação do InovaCoop para aproximar o cooperativismo de tendências, ferramentas e experiências de inovação. A plataforma reúne conteúdos, soluções e exemplos práticos para apoiar as cooperativas na construção de ambientes mais inovadores e competitivos.  Conheça mais sobre o InovaCoop e confira conteúdos, ferramentas e cases voltados à inovação no cooperativismo.    Saiba Mais:  Lideranças do Sistema OCB discutem IA, proteção e cultura no WCM  Tania Zanella integra lista da Forbes de mulheres poderosas do agro  Pesquisa mostra avanços e gargalos da inovação nas coops brasileiras 
InovaCoop leva pesquisa, cases e conexões ao WCM 2026
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20/10/2026

Comitiva da Asean debate liderança feminina no cooperativismo

Sistema OCB apresentou iniciativas brasileiras de inclusão e empoderamento de mulheres  O Sistema OCB recebeu nesta segunda-feira (19) uma comitiva de representantes de países da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean) para compartilhar experiências sobre igualdade de gênero e empoderamento feminino por meio do cooperativismo. A programação incluiu apresentação institucional e discussões sobre a participação das mulheres no movimento cooperativista brasileiro, com destaque para iniciativas de formação, liderança e autonomia econômica.  A visita faz parte de uma missão técnica conduzida pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE), em parceria com o Sistema OCB e a Asean. A iniciativa dá continuidade a webinários realizados no primeiro semestre e busca aproximar a delegação de experiências brasileiras de cooperativas em áreas como governança, produção sustentável, agregação de valor e liderança feminina.  Durante a manhã, a gerente geral de Negócios do Sistema OCB, Clara Maffia, apresentou a estrutura de representação e apoio ao cooperativismo brasileiro. Ela explicou como a atuação integrada das entidades nacionais e estaduais contribui tanto para o desenvolvimento das cooperativas quanto para a construção de um ambiente mais favorável ao setor.  Um dos diferenciais, segundo Clara, é a existência de uma organização nacional que representa os diferentes ramos do cooperativismo. “Essa estrutura fortalece a articulação política e permite defender pautas comuns a segmentos com realidades e necessidades distintas. A atuação também é complementada pelas organizações estaduais, que acompanham de perto as cooperativas e conhecem as particularidades econômicas, sociais e culturais de cada região”, destacou.  A gerente geral também explicou o papel das entidades que compõem o Sistema OCB. Enquanto a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) atua na representação institucional e política, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) trabalha no desenvolvimento das cooperativas, com iniciativas de formação, capacitação e aprimoramento da gestão e da governança. Já a Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop) representa os interesses sindicais patronais do setor.     Presença feminina e acesso à liderança  A participação das mulheres no cooperativismo brasileiro já é expressiva, mas ainda há espaço para avançar nos cargos de liderança. Segundo dados do AnuárioCoop 2026, elas somam mais de 11,5 milhões de cooperadas, o equivalente a 39,56% do total de associados, e representam 53,3% dos empregados das cooperativas. Nos cargos de presidência e nos conselhos, porém, ocupam 22,18% das posições.  Na apresentação, Débora Ingrisano, gerente de Desenvolvimento de Cooperativas, discutiu os desafios para transformar essa presença em maior participação nas decisões. Entre os obstáculos estão barreiras culturais e estereótipos de gênero, dificuldades de acesso a informações sobre o funcionamento dos negócios cooperativos, necessidade de formação de lideranças e reconhecimento da capacidade das mulheres para assumir posições estratégicas. A preparação de sucessoras também foi apontada como um caminho importante para garantir continuidade e ampliar a presença feminina na governança.  Para enfrentar esses desafios, Débora apresentou três frentes de atuação do Sistema OCB. A primeira é mobilizar e representar, com iniciativas como os Comitês de Mulheres Elas pelo Coop, que fortalecem a articulação e a participação feminina no movimento cooperativista. A segunda é desenvolver lideranças, por meio de ações de formação, como a solução programa Futuras Lideranças. A terceira é transformar a cultura cooperativista, com iniciativas de inclusão, diversidade e equidade (IDE), que apoiam a construção de políticas, metas e indicadores dentro das cooperativas.  A apresentação também abordou as diretrizes aprovadas no 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC). Das 25 prioridades definidas para o movimento, cinco estão relacionadas à participação das mulheres, incluindo formação e capacitação, ampliação da presença feminina na governança e enfrentamento ao assédio e à violência. As medidas reforçam a importância de criar ambientes mais inclusivos e condições concretas para que as mulheres avancem em suas trajetórias no cooperativismo.    Conhecer experiências na prática  A programação da tarde incluiu uma visita à Recicle a Vida, cooperativa de reciclagem que trabalha com inclusão produtiva e geração de oportunidades. A experiência permitiu à delegação conhecer de perto uma iniciativa que alia atividade econômica, participação coletiva e impacto social.  A troca de experiências entre Brasil e países da Asean busca ampliar o diálogo sobre caminhos para fortalecer o cooperativismo, compartilhar práticas de desenvolvimento sustentável e avançar na criação de oportunidades para mulheres no setor.    Saiba Mais:  Sistema OCB participa do World Coop Management 2026 Tania Zanella integra lista da Forbes de mulheres poderosas do agro Sistema OCB apoia catadores na elaboração de projetos de reciclagem
Comitiva da Asean debate liderança feminina no cooperativismo
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20/10/2026

Lideranças do Sistema OCB discutem IA, proteção e cultura no WCM

Inovação no agro, futuro do seguro e fortalecimento do cooperativismo de crédito foram temas abordados  O futuro da inteligência artificial nas cooperativas, o papel do seguro na proteção das pessoas e os desafios para preservar a cultura cooperativista diante do crescimento do setor foram alguns dos temas levados pelo Sistema OCB ao primeiro dia do World Coop Management (WCM) 2026, nesta segunda-feira (19), em Belo Horizonte (MG). A presidente executiva da entidade, Tania Zanella, e a superintendente, Fabíola Nader Motta, participaram de diferentes momentos da programação.  Tania participou do painel Liderança ambidestra: tocando o hoje enquanto integra o amanhã (Foco Agro), também no Palco Mundo. A presidente executiva discutiu como as lideranças podem conciliar a eficiência das operações atuais com a busca por inovação e novas oportunidades de negócio.  A inteligência artificial esteve no centro da conversa, especialmente em relação às possibilidades de aplicação no cooperativismo agropecuário. A adoção da tecnologia ocorre em ritmos diferentes entre as cooperativas, considerando suas realidades e capacidades de investimento. Nesse cenário, o desafio é ampliar o acesso a ferramentas e à capacitação para que os avanços tecnológicos contribuam para a produtividade e gerem benefícios aos cooperados.  “O Sistema OCB já oferece conteúdos e ferramentas sobre inovação por meio do InovaCoop, plataforma que reúne cursos, guias práticos, diagnóstico de inovação, oportunidades de financiamento e conexão com startups. A instituição também estrutura o Programa de Inteligência Artificial no Cooperativismo, com frentes voltadas à capacitação, à governança e ao desenvolvimento de projetos-piloto” destacou Tania.    Integração  Fabíola moderou o painel A arte de proteger: como o cooperativismo redefine o valor do cuidado, no Palco Mundo. O debate reuniu representantes do cooperativismo de crédito, do setor de saúde e do mercado segurador para discutir como a integração entre esses segmentos pode ampliar o acesso à proteção e aproximar os serviços das necessidades da população.  Entre os assuntos abordados estiveram a democratização do seguro, o uso da tecnologia e dos dados sem perder a dimensão humana do atendimento e as oportunidades de intercooperação. A discussão também trouxe perspectivas sobre o desenvolvimento do cooperativismo de seguros no Brasil, com atenção à confiança, à prevenção e à proteção coletiva.    Identidade   Fabíola também comandou a apresentação Um Raio X da cultura cooperativista no crédito, no Palco Crédito. A participação abordou os desafios de manter os princípios e a identidade do cooperativismo em um ramo que amplia sua presença no sistema financeiro brasileiro.  Segundo o AnuárioCoop 2026, o segmento chegou a aproximadamente 23 milhões de cooperados em 2025, mais que o dobro dos 10,7 milhões registrados em 2019. “O avanço amplia o alcance do modelo, mas também coloca em evidência a importância de aproximar os novos associados dos princípios cooperativistas e incentivar sua participação nas decisões das cooperativas”, afirmou a superintendente.  A partir desse cenário, a apresentou discutiu os resultados de pesquisas sobre cultura cooperativista, os desafios operacionais, regulatórios e econômicos do sistema financeiro e as prioridades de atuação do Sistema OCB para o ramo em 2026. Entre os pontos de atenção, Fabíola destacou a educação cooperativista, a participação em assembleias e a formação de lideranças para dar continuidade ao movimento.    Saiba Mais:  Pesquisa mostra avanços e gargalos da inovação nas coops brasileiras  Tania Zanella integra lista da Forbes de mulheres poderosas do agro  Sistema OCB apoia catadores na elaboração de projetos de reciclagem 
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19/10/2026

Sistema OCB apoia catadores na elaboração de projetos de reciclagem

Assessoria técnica atendeu 10 cooperativas no envio de propostas ao Ministério do Meio Ambiente  Dez cooperativas de catadores de materiais recicláveis do Pará, de Goiás, de São Paulo e do Distrito Federal receberam assessoria técnica do Sistema OCB para elaborar e submeter projetos à Lei de Incentivo à Reciclagem. O trabalho, realizado por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop Nacional), resultou em 12 propostas elaboradas, das quais 10 foram encaminhadas ao Ministério do Meio Ambiente.  O trabalho começou com um levantamento individualizado da realidade de cada organização. A análise considerou aspectos como regularidade jurídica, perfil socioeconômico dos cooperados, produção e comercialização, infraestrutura, equipamentos e gestão administrativa e financeira. A partir desse diagnóstico, foram identificadas as principais necessidades de investimento de cada empreendimento.  Com base nas informações levantadas, a assessoria técnica ajudou a transformar as demandas em propostas alinhadas às diretrizes da legislação. Os projetos incluem melhorias na infraestrutura, aquisição de equipamentos e veículos, e outras medidas voltadas ao desenvolvimento das atividades das cooperativas.  o longo do processo, foram realizadas 25 reuniões remotas, além do acompanhamento técnico em diferentes etapas, da identificação das necessidades ao envio das propostas pela plataforma TransfereGov.    Capacitação e autonomia  Além da elaboração dos projetos, a iniciativa buscou ampliar a autonomia das cooperativas para acessar oportunidades de financiamento público. As equipes receberam orientações sobre os procedimentos necessários para apresentar propostas e treinamento prático para utilizar a plataforma de submissão.  Para Débora, assessora administrativa da Cooperativa dos Catadores de Materiais Recicláveis (Concaves), de Belém (PA), a experiência também contribuiu para ampliar os conhecimentos da equipe e preparar a organização para buscar novos recursos.  “Além de construirmos a proposta em conjunto, aprendemos, na prática, como cadastrar e inserir as informações no sistema. Esse processo foi fundamental para fortalecer a autonomia da cooperativa e nos preparar para acessar novas oportunidades de financiamento”, afirma.  A assessora também destaca a importância da iniciativa para a formação das lideranças. Segundo ela, o apoio do Sistema OCB trouxe mais conhecimento e segurança para desenvolver novos projetos e ampliar as oportunidades para os cooperados.  “O conhecimento adquirido pode contribuir para que as organizações estejam mais preparadas para identificar novas oportunidades de financiamento e estruturar projetos de acordo com as exigências de cada mecanismo de apoio”, destaca Letícia Monteiro, analista técnica do Sistema OCB.    Próximas etapas  Com a submissão, as propostas seguem para análise do Ministério do Meio Ambiente. A possibilidade de execução dos projetos depende da habilitação e da aprovação, conforme as regras aplicáveis, além da captação de recursos junto aos incentivadores.  A Lei de Incentivo à Reciclagem busca estimular investimentos na cadeia produtiva da reciclagem por meio do apoio a projetos voltados à gestão de resíduos sólidos, à economia circular e ao fortalecimento das organizações de catadores e recicladores. O mecanismo permite que empresas e outras pessoas jurídicas habilitadas destinem recursos a projetos aprovados e tenham acesso a incentivos fiscais, respeitadas as condições previstas na legislação.      Saiba Mais:  Cooperativas de crédito ampliam acesso e fortalecem comunidades  Senado aprova PEC que prevê redução da jornada de trabalho  Daypat 2026 promove cuidado, bem-estar e prevenção no trabalho 
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19/10/2026

Sistema OCB participa de fórum sobre tecnologia no cooperativismo

Evento discutiu inteligência artificial e marcou lançamento de centro de pesquisa voltado ao setor  O Sistema OCB participou, na quinta-feira (15), do Fórum do Cooperativismo em Dados, realizado durante o Business Tech Congress, na Fucape Business School, em Vitória (ES). A programação reuniu representantes do setor e da academia para discutir o uso da inteligência artificial e de dados nas cooperativas, além de apresentar uma nova iniciativa de pesquisa voltada ao cooperativismo.  Representando o Sistema OCB, o analista do Núcleo de Inteligência e Inovação, Arthur Nery, mediou o painel Cooperativas inteligentes: IA, dados e competitividade. A conversa contou com a participação de Saul Kirienco, gerente de TI da Lar Cooperativa Agroindustrial, e John Elvis Ferreira Alves, da Tronko, hub de inovação da Unimed CNU/SP.  “Tecnologia e inteligência artificial abrem novas possibilidades para as cooperativas, mas o ponto central é como as coops estão estruturando sua governança de dados para que soluções de IA sejam implementadas em um ambiente escalável”, destacou Arthur.  O encontro fez parte da programação do Business Tech Congress e foi realizado em parceria com o Sistema OCB/ES. Entre os destaques esteve o lançamento do Fucape Lab’s Cooperativismo, centro de pesquisa da Fucape Business School que pretende aproximar a produção acadêmica dos desafios enfrentados pelas cooperativas.  Com início das atividades previsto para janeiro de 2027, o laboratório terá como frentes de atuação a produção de pesquisas, a elaboração de indicadores estratégicos, a formação de pesquisadores e o desenvolvimento de soluções em parceria com o setor.  A programação também incluiu a palestra Onde o cooperativismo é mais forte, a pobreza é menor, ministrada pelo professor da Fucape Felipe Storch Damasceno, com uma análise do cooperativismo brasileiro entre 2019 e 2023.    Saiba Mais:  Sistema OCB participa do World Coop Management 2026 Tania Zanella integra lista da Forbes de mulheres poderosas do agro Sistema OCB apoia catadores na elaboração de projetos de reciclagem
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19/10/2026

Sistema OCB participa do World Coop Management 2026

Representantes da instituição integram a programação do evento, que reúne lideranças em Belo Horizonte  O Sistema OCB participa nesta segunda e terça-feira (19 e 20/10) do World Coop Management (WCM) 2026, realizado em Belo Horizonte (MG). A entidade será representada em diferentes momentos da programação, que reúne lideranças do Brasil e de mais de dez países para discutir os desafios da gestão, da liderança e da inovação no cooperativismo.    A abertura oficial contou com a participação da superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta, que também fará outras duas participações ao longo do dia. A presidente executiva, Tania Zanella, também participa da programação. Com o tema Ouse Integrar, o WCM propõe ampliar a colaboração entre cooperativas, ramos e países.   Durante a solenidade de abertura, Fabíola destacou a dimensão econômica e social do cooperativismo brasileiro, que reúne 29 milhões de cooperados, 4,4 mil cooperativas e gera 613,4 mil empregos diretos. Os dados são do AnuárioCoop 2026, que também registra R$ 848,4 bilhões em ingressos em 2025.  A superintendente ressaltou ainda a presença internacional do movimento brasileiro: 21 cooperativas do país estão entre as 300 maiores do mundo, segundo o World Cooperative Monitor 2025. Em Minas Gerais, o cooperativismo soma 4,2 milhões de cooperados e representa o equivalente a 15,9% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual.    Diferentes palcos  Outros porta-vozes do Sistema OCB também participarão do evento em paineis técnicos. A programação desta segunda-feira também conta com a participação da gerente de Comunicação e Marketing, Samara Araujo, no palco Coop Talks Comunica, dedicado a assuntos como comunicação, reputação e posicionamento institucional. Já Guilherme Costa, gerente do Núcleo de Inteligência e Inovação, participa do palco CoopTech, voltado à tecnologia, à inovação e à inteligência artificial.  Em sua 12ª edição, o WCM reúne mais de 120 palestrantes em oito palcos, com discussões sobre os desafios atuais e as perspectivas para o futuro das cooperativas. O evento é realizado pela Wex, com organização da BX Educação Executiva e correalização do Sistema Ocemg, e segue até terça-feira (20).   Saiba Mais:  Pesquisa mostra avanços e gargalos da inovação nas coops brasileiras  Tania Zanella recebe Comenda do Mérito Cooperativo em Goiás Live debate crescimento sustentável do cooperativismo de crédito
Sistema OCB participa do World Coop Management 2026
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16/10/2026

Tania Zanella recebe Comenda do Mérito Cooperativo em Goiás

Homenagem reconhece lideranças que contribuem para o desenvolvimento do movimento no Brasil  A presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, recebeu nesta sexta-feira (16) a Comenda e o Diploma do Mérito Cooperativo 2026, concedidos pelo Sistema OCB/GO. A cerimônia foi realizada em Goiânia, durante as comemorações dos 70 anos da organização estadual.  Em sua quarta edição, a Comenda do Mérito Cooperativo homenageia lideranças estaduais e nacionais que se destacam na defesa e no desenvolvimento do cooperativismo. Neste ano, além de Tania, foram homenageados o engenheiro agrônomo e ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, e o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel.  Ao receber a honraria, Tania agradeceu ao Conselho do Sistema OCB/GO pela indicação e às cooperativas goianas pelo trabalho que dá sentido à homenagem. Ela também destacou a importância da organização estadual, fundada em 1956, e reafirmou a parceria entre o Sistema OCB e a representação do cooperativismo em Goiás.  “Receber a Comenda do Mérito Cooperativo é uma honra que recebo com muita alegria, gratidão e responsabilidade. Esta homenagem chega em um ano especial, em que a OCB/GO completa 70 anos de história. O trabalho feito nesta casa é fundamental para o cooperativismo goiano, e o Sistema OCB caminha junto com vocês nesse objetivo”, afirmou.    Trajetória construída com pessoas  Natural de Ipumirim, no oeste de Santa Catarina, Tania relembrou como o contato com a cooperação desde a infância influenciou sua trajetória profissional. Ela ingressou no Sistema OCB em 2008, como analista, e passou pela gerência geral e pela superintendência antes de assumir a presidência executiva, em dezembro de 2025. Foi a primeira mulher a ocupar cada uma dessas funções na história da organização.  A experiência em diferentes áreas da instituição, segundo ela, contribui para uma gestão que combina atenção às pessoas e compromisso com resultados. Tania também agradeceu aos profissionais que fizeram parte de sua caminhada, com destaque para a superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta, além da família e das equipes das unidades estaduais.  “Quando me perguntam o que me trouxe até aqui, eu falo de três coisas: o trabalho, as pessoas que confiaram em mim e me deram oportunidades e o próprio cooperativismo, que me ensinou que todo resultado é construído em conjunto. Em parceria”, disse.  A presidente executiva também dedicou a homenagem às mulheres do cooperativismo e defendeu a ampliação da participação feminina nos conselhos, nas diretorias e nos espaços de liderança das cooperativas.    Sete décadas de cooperativismo em Goiás  A homenagem ocorre no ano em que o Sistema OCB/GO completa sete décadas de atuação. De acordo com o AnuárioCoop 2026, com dados de 2025, o estado reúne 262 cooperativas e mais de 710 mil cooperados, além de gerar 18.859 empregos diretos. No período, os ingressos do cooperativismo goiano chegaram a R$ 36,9 bilhões.  Ainda durante a cerimônia, Tania reforçou o compromisso do Sistema OCB de atuar em parceria com as organizações estaduais para representar e apoiar as cooperativas em todo o país.    Saiba Mais:  Cooperativas de crédito ampliam acesso e fortalecem comunidades  Live debate crescimento sustentável do cooperativismo de crédito  Senado aprova PEC que prevê redução da jornada de trabalho
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