Transporte
Em 2025, o progresso é visto em muitas áreas
As cooperativas de transporte são sempre uma referência, seja ao pegar um táxi ou ônibus, na escolha de um serviço de entrega, ou mesmo na procura de quem faça o transporte escolar. Também contempla cooperativas que se dedicam ao transporte turístico, oferecendo os serviços de transfers e passeios de bugue, por exemplo. Há mais de 2 décadas, o cooperativismo organiza a prestação de serviços de transporte de cargas e de passageiros no Brasil, promovendo a profissionalização e melhores condições de trabalho aos pequenos e médios transportadores.
Panorama do Cooperativismo de Transporte no Brasil
Selecione o ano e toque em uma unidade da federação para ver as seis métricas do ramo naquele estado.
- Cooperativas 730
- Cooperados 128.649
- Empregados 5.377
- Ingressos R$ 11,97 bi
- Ativos R$ 3,04 bi
- Sobras R$ 199,2 mi
Indicadores financeiros do cooperativismo de transporte
Em 2025 as cooperativas do ramo transporte brasileiras pagaram mais de:
investidos em salários e benefícios aos seus colaboradores.
Atuação das cooperativas por segmentos
As cooperativas do Ramo Transporte têm se apresentado como uma das formas mais eficientes e representativas para a organização do transportador autônomo, possibilitando oportunidades de trabalho, geração de renda e valorização da atividade, uma vez que os profissionais são donos do próprio negócio. Importante ressaltar que essas atuações não são necessariamente exclusivas em um único segmento.
Os percentuais somam mais de 100% porque uma mesma cooperativa pode atuar em vários segmentos.
Intercooperar gera Negócios
Com quais outros ramos o Transporte mais faz negócios.
Dados complementares
O cooperativismo de transporte responde à crescente demanda por logística e mobilidade, com digitalização de serviços, renovação de frota e práticas sustentáveis (veículos menos poluentes, mobilidade elétrica), além de soluções de última milha e fortalecimento da economia local.
Desafios e Oportunidades
O ramo enfrenta um cenário dinâmico, com transformações tecnológicas, mudanças de consumo, desafios regulatórios e demandas socioambientais. A transição para uma mobilidade mais limpa impõe renovação da frota, infraestrutura de recarga e financiamento acessível.
Entre os entraves: acesso a crédito específico, participação em licitações e informalidade em alguns segmentos. Por outro lado, a digitalização e as plataformas de mobilidade e logística cooperativa ampliam o alcance; mobilidade feminina, transporte sob demanda e integração com políticas públicas são novos nichos.
As cooperativas têm papel estratégico na inclusão produtiva e na construção de um transporte mais justo, acessível e sustentável.
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